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Ações da Alphabet sobem após relatório sobre novo chip de IA para modelos Gemini
Publicado 20/07/2026 • 20:47 | Atualizado há 10 horas
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Publicado 20/07/2026 • 20:47 | Atualizado há 10 horas
KEY POINTS
Foto: Unsplash
O Google pretende colocar em operação, até 2028, um novo chip de inteligência artificial desenvolvido internamente para reduzir a escassez de capacidade computacional que vem afetando suas operações, segundo informações do The Information.
O projeto busca aliviar a falta de infraestrutura para processamento de IA, problema que gerou atritos internos e levou o Google Cloud a recusar contratos com clientes externos devido à limitação de capacidade.
No mês passado, o Google firmou um acordo para pagar à SpaceX cerca de US$ 1 bilhão por mês para suprir parte dessa demanda e cumprir seus compromissos de computação com clientes corporativos.
Segundo a publicação, o novo chip, conhecido internamente como Frozen v2, terá uma limitação importante: ele só será compatível com futuras versões do modelo Gemini caso o Google mantenha a mesma arquitetura de inteligência artificial.
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Atualmente, a empresa trata o projeto como um teste e não pretende fabricá-lo na mesma escala de seus atuais TPUs (Unidades de Processamento Tensor).
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Siga o Times | CNBCEnquanto trabalha na expansão de sua infraestrutura, o Google enfrenta desafios mais imediatos em sua estratégia de IA.
O lançamento da próxima versão do Gemini Pro foi adiado, e a empresa perdeu pesquisadores seniores para concorrentes, ao mesmo tempo em que modelos chineses ampliam sua participação entre empresas americanas. Segundo a reportagem, essas soluções já representam 45% do uso de tokens de IA por companhias nos Estados Unidos.
A pressão competitiva também aumentou após os lançamentos recentes de novos modelos de IA pelas empresas chinesas Moonshot AI e Alibaba, que reduziram a diferença de desempenho em relação às plataformas americanas.
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Além da disputa tecnológica, o CEO do Google DeepMind, Demis Hassabis, participa nesta semana de reuniões no Capitólio, em Washington, para defender a criação de um órgão de supervisão da inteligência artificial inspirado na FINRA, entidade que regula o setor financeiro nos Estados Unidos.
A proposta prevê um órgão supervisionado pelo governo federal, financiado majoritariamente pela indústria e responsável por testar os modelos de IA mais avançados antes de seu lançamento, especialmente sob a perspectiva de riscos à segurança nacional.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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