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Petróleo sobe mais de 2% após Israel ampliar ofensiva no Líbano
Publicado 01/06/2026 • 05:00 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 01/06/2026 • 05:00 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Petrolífera
Os preços do petróleo subiram mais de 2% nesta segunda-feira (1º), depois que Israel ordenou a ampliação da ofensiva militar no Líbano. A decisão elevou a preocupação dos investidores com uma nova escalada no Oriente Médio e com os riscos para a oferta global de energia.
Os contratos futuros do Brent, referência internacional, avançaram 2,45%, a US$ 93,35 por barril. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, subiu 2,8%, a US$ 89,78 por barril.
A alta ocorreu após o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmar que orientou as Forças de Defesa de Israel a ampliar as operações no território libanês. A ordem foi dada apesar do cessar-fogo anunciado em abril.
“Junto com o ministro da Defesa, Yisrael Katz, instruí as Forças de Defesa de Israel a expandir a manobra no Líbano”, disse Netanyahu no domingo (31).
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A escalada ocorre após conversas mediadas pelos Estados Unidos entre Israel e Líbano, realizadas em Washington na sexta-feira (29). O avanço militar reduziu as expectativas de que Washington e Teerã estejam perto de ampliar o acordo de cessar-fogo.
O mercado acompanha o risco de que novos confrontos com o Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã, aumentem a instabilidade regional. A preocupação é que uma deterioração do quadro no Oriente Médio volte a ameaçar fluxos de energia e rotas estratégicas de transporte.
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O Goldman Sachs afirmou que os riscos para suas projeções de petróleo no quarto trimestre de 2026 seguem “em dois sentidos”. O banco estima o Brent a US$ 90 por barril e o WTI a US$ 83 por barril no período.
Segundo o Goldman, interrupções persistentes na oferta do Oriente Médio poderiam sustentar preços mais altos. Ao mesmo tempo, uma demanda mais fraca poderia pressionar as cotações para baixo.
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Seguir no GoogleO banco também citou dados fracos de vendas no varejo de combustíveis em abril na China e na Europa Ocidental. Na avaliação do Goldman, esses números indicam risco de queda de cerca de 2 milhões de barris por dia nas projeções de demanda, que já eram consideradas moderadas.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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