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14 jornalistas são presos durante posse de Delcy Rodríguez em Caracas
Publicado 05/01/2026 • 20:36 | Atualizado há 2 semanas
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Publicado 05/01/2026 • 20:36 | Atualizado há 2 semanas
KEY POINTS
AFP
Posse de Delcy Rodríguez contou com prisão de jornalistas
O cenário de transição política na Venezuela foi marcado por uma forte onda de repressão à liberdade de imprensa nesta segunda-feira (5).
Segundo denúncias do Sindicato Nacional de Trabalhadores da Imprensa (SNTP), o regime chavista deteve 14 profissionais da imprensa ao longo do dia, sendo a maioria vinculada a agências e meios de comunicação internacionais.
As detenções ocorreram majoritariamente dentro e nos arredores da Assembleia Nacional, em Caracas, durante a cobertura da sessão de instalação do novo período legislativo e da posse de Delcy Rodríguez como líder interina do país. Os jornalistas foram impedidos de realizar transmissões ao vivo, gravar vídeos ou registrar imagens do evento, sob o pretexto de violarem uma proibição oficial de registro da cerimônia.
Durante as ações conduzidas por agentes da Direção-Geral de Contrainteligência Militar (DGCIM) e do Sebin, os profissionais enfrentaram graves violações de privacidade. Relatos do sindicato indicam que os agentes realizaram revistas minuciosas em aparelhos celulares, exigindo senhas de acesso para vasculhar conversas, fotos, contatos, e-mails e arquivos armazenados na nuvem.
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O SNTP classificou essas atuações como um padrão de criminalização do exercício jornalístico e denunciou que, em certos momentos do dia, alguns profissionais estiveram em situação de “desaparecimento forçado”, sem que o paradeiro fosse informado aos familiares ou organizações.
Até o início da noite desta segunda-feira, a situação das detenções apresentou uma evolução. O balanço mais recente indica que 12 dos 14 trabalhadores foram libertados, embora um deles tenha sido sumariamente deportado. Dois profissionais, no entanto, permanecem presos sob custódia da DGCIM.
A entidade de classe reforçou que a perseguição política e a censura impedem o avanço para uma transição democrática, exigindo a libertação imediata de outros 23 jornalistas detidos anteriormente e o desbloqueio de mais de 60 veículos de comunicação censurados pelo governo chavista.
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