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Ataque em jantar com Trump expõe falhas no controle de acesso em hotel de Washington

Publicado 26/04/2026 • 16:57 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • Disparos foram ouvidos durante evento da Associação de Correspondentes no Washington Hilton; presidente e autoridades foram retirados às pressas. Não houve feridos.
  • Havia detector de metais no salão, mas não na entrada do hotel, o que levanta dúvidas sobre como a arma entrou no prédio.
  • Autoridades analisam imagens de segurança; Trump fez declarações diferentes sobre o nível de proteção do local e comparou o caso ao atentado sofrido em 2024.

AFP

Disparos ouvidos durante o jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, na noite de sábado (25), reacenderam questionamentos sobre o esquema de segurança do evento, que contava com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

O incidente aconteceu no Washington Hilton, em Washington, após o discurso de boas-vindas. Equipes de segurança, com armas em punho, subiram ao palco onde estavam Trump, a primeira-dama Melania Trump, o vice-presidente JD Vance e outras autoridades. O grupo foi retirado às pressas. O evento foi suspenso e centenas de convidados buscaram abrigo sob as mesas antes de deixarem o salão. Não houve feridos.

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Apesar de um detector de metais estar instalado na entrada do salão de baile, participantes relataram que não havia revista de segurança antes ou na própria entrada do hotel. A ausência desse controle inicial levantou dúvidas sobre como uma arma conseguiu entrar no prédio.

O posto de segurança que o suspeito tentou ultrapassar ficava “bem na entrada do salão de baile”, segundo as autoridades. A promotora Jeanine Pirro afirmou que a atuação dos agentes nesse ponto evitou vítimas. “Graças ao fato de os agentes naquele posto de segurança terem feito seu trabalho, ninguém ficou ferido”, disse.

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A origem da falha permanece sob análise. “Vamos revisar as imagens de segurança de todo o hotel para determinar como a arma entrou e como chegou até aqui”, declarou o chefe interino do Departamento de Polícia Metropolitana, Jeffery Carroll.

Trump apresentou versões distintas sobre a segurança do local. Inicialmente, afirmou que o prédio não era “particularmente seguro”. Depois, destacou que o atirador não conseguiu acessar o salão, que classificou como “muito, muito seguro”.

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O presidente também comparou a resposta ao episódio com a tentativa de assassinato que sofreu em 2024, durante um comício em Butler, afirmando que, desta vez, os serviços de segurança atuaram de forma mais eficaz.

O caso expõe fragilidades no controle de acesso a grandes eventos oficiais realizados em hotéis e deve ampliar a pressão por revisão dos protocolos adotados em cerimônias com a presença de autoridades de alto escalão.

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