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Bolsas da Europa fecham em queda com ambiente de incerteza sob petróleo volátil
Publicado 11/03/2026 • 15:45 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 11/03/2026 • 15:45 | Atualizado há 1 mês
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Bomba de petróleo
As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em queda nesta quarta-feira (11), pressionadas pela cautela dos investidores diante da intensificação do conflito no Oriente Médio e da forte volatilidade do petróleo.
O avanço recente da commodity voltou a dominar o sentimento de risco nos mercados, em um ambiente de incerteza sobre a oferta global de energia, em meio a respostas de governos e organismos internacionais.
Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,56%, a 10.353,77 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,59%, a 23.587,78 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,19%, a 8.041,81 pontos. Em Milão, o FTSE MIB recuou 0,95%, a 44.772,96 pontos. Em Madri, o Ibex 35 caiu 0,67%, a 17.328,10 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,58%, a 9.076,37 pontos. As cotações são preliminares.
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Investidores seguiram acompanhando a escalada da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã e seus possíveis efeitos sobre o fornecimento global de energia. A volatilidade do petróleo tem sido o principal fator de direção para os mercados, eclipsando indicadores econômicos, afirmou a Pepperstone.
No fronte macro, a inflação ao consumidor da Alemanha desacelerou para taxa anual de 1,9% em fevereiro, mas, para o Commerzbank, a economia alemã ainda não mostra sinais claros de recuperação. Já o ING alerta que uma alta prolongada dos preços de energia pode forçar o Banco Central Europeu (BCE) a elevar juros novamente.
A Rheinmetall teve queda de cerca de 8% em Frankfurt, após divulgar resultados abaixo do esperado, mesmo projetando forte expansão das vendas com o aumento dos gastos militares na Europa. No continente, empresas de defesa (-2%) também pressionaram os índices.
Na contramão, a espanhola Inditex subiu 1% em Madri, frente ao crescimento nas vendas no início de seu ano fiscal, com a analista Mamta Valechha, da Quilter, afirmando que os resultados reforçam a força do modelo de negócios da dona da Zara.
Já a Porsche teve leve queda de pouco menos de 1% em Frankfurt, mesmo após indicar medidas de redução de custos para lidar com um ambiente desafiador para o setor automotivo de luxo. O subíndice de luxo recuou 1,3%.
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