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CIA manteve informante no governo Maduro antes da captura

Publicado 03/01/2026 • 16:55 | Atualizado há 4 dias

KEY POINTS

  • CIA manteve informante dentro do governo Maduro antes da captura
  • Operação contra Maduro envolveu meses de vigilância com drones e fontes humanas.
  • Planejamento foi aprovado por Trump e executado por forças especiais dos EUA.

Foto: Ricardo Stuckert/PR/Palácio do Planalto.

Quem é Nicolás Maduro, presidente da Venezuela?

A captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, por forças especiais dos Estados Unidos foi precedida por meses de planejamento e por uma operação de inteligência que incluiu a atuação de um informante dentro do próprio governo venezuelano, segundo apuração do jornal The New York Times.

De acordo com o jornal americano, a CIA produziu a principal inteligência utilizada na operação que resultou na prisão de Maduro, monitorando sua localização de forma quase contínua por meio de drones e informações fornecidas por fontes humanas no território venezuelano.

Planejamento e aprovação política

Ainda segundo o diário nova-iorquino, embora a agência de inteligência tenha desempenhado papel central no planejamento, a operação foi formalmente classificada como uma missão de aplicação da lei conduzida por forças especiais, e não como uma ação direta da CIA.

O jornal relata que o diretor da CIA, John Ratcliffe, defendeu em sabatina no Senado uma postura mais agressiva da agência. O presidente Donald Trump autorizou ações mais ofensivas no fim de 2025 e aprovou, em novembro, o planejamento específico da operação na Venezuela.

No fim de dezembro, um drone armado da CIA teria atacado um píer usado, segundo autoridades americanas, para o embarque de drogas.

Meses de vigilância e informantes locais

Fontes afirmaram que a captura foi resultado de “meses de planejamento meticuloso” e ocorreu em estreita coordenação entre a CIA e militares de operações especiais dos Estados Unidos.

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Um alto funcionário americano disse que Nicolás Maduro estava “precisamente localizado” desde o início do plano. A agência teria acompanhado o chamado “padrão de vida” do presidente venezuelano, incluindo rotinas, deslocamentos e hábitos.

Oficiais da CIA operavam de forma clandestina na Venezuela desde agosto, mapeando os movimentos do líder chavista.

Recompensa milionária pode ter facilitado cooptação

Não há confirmação pública sobre como o informante venezuelano foi recrutado. Ex-autoridades americanas disseram ao jornal que o processo pode ter sido facilitado pela recompensa de US$ 50 milhões oferecida pelo governo dos Estados Unidos por informações que levassem à captura de Maduro.

A recompensa havia sido ampliada em 2025, no contexto das acusações de narcoterrorismo feitas pela Justiça americana contra o presidente venezuelano.

Contexto da operação

A informação sobre o informante interno reforça a dimensão inédita da ofensiva americana contra o regime chavista e ajuda a explicar como as forças dos EUA conseguiram realizar a operação em Caracas com rapidez e precisão, culminando na retirada de Maduro do país.

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