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Refugiadas ucranianas sofrem nível elevado de violência na UE, afirma agência
Publicado 24/02/2026 • 09:50 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 24/02/2026 • 09:50 | Atualizado há 8 meses
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Depositphoto
A reunião acontece à medida que a duração do conflito segue incerta, após novas ameaças de Donald Trump caso não haja um acordo com o Irã.
As mulheres ucranianas que fugiram da guerra em seu país sofrem um nível elevado de violência física, sexual e psicológica nos países da União Europeia (UE) onde encontraram refúgio, afirmou nesta terça-feira (24) a Agência dos Direitos Fundamentais da UE.
Quase 2,5 milhões de mulheres e meninas fugiram da Ucrânia desde o início da invasão russa há quatro anos e receberam proteção temporária nos países membros da UE.
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Contudo, “apesar das proteções oferecidas pela UE, muitas mulheres sofrem graves violações de seus direitos, outras não se sentem seguras”, afirmou a diretora da Agência, Sirpa Rautio.
“Os Estados membros da UE devem zelar para que as mulheres recebam proteção, apoio e justiça pelo que suportaram, para que possam reconstruir sua vida“, acrescentou.
Uma refugiada ucraniana em cada quatro viveu um episódio de violência física ou sexual desde o início da guerra e os números revelam que elas correm mais riscos do que a população em geral, segundo os dados da agência.
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Siga o Times | CNBCO relatório mostra que 62% das refugiadas sofreram violência em um dos 27 países da UE onde vivem atualmente, e 9% durante a fuga.
Entre as mulheres, 39% sofreram violências na Ucrânia, em muitos casos cometidas pelas forças russas.
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O relatório é baseado em uma pesquisa realizada em 2024 com mais de 1.200 ucranianas que fugiram da guerra e vivem na República Tcheca, na Alemanha e na Polônia, além de entrevistas com 30 mulheres que residem nestes países e sofreram violências.
Quase 20% das ucranianas foram confrontadas com “ofertas de transporte, moradia ou emprego potencialmente abusivas”. As ofertas evidenciam a vulnerabilidade social das refugiadas, que enfrentam essas e outras dificuldades para se estabelecerem em países novos. Além disso, quase um terço não tem acesso a serviços de saúde mental para superar o trauma da guerra, destacou a agência.
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