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EUA dizem que guerra pode escalar sem acordo com o Irã e apontam próximos dias como decisivos
Publicado 31/03/2026 • 11:10 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 31/03/2026 • 11:10 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth
O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou nesta terça-feira (31) que o conflito com o Irã pode se intensificar caso Teerã não demonstre disposição para negociar, destacando que os próximos dias serão decisivos para o rumo da guerra.
Em coletiva no Pentágono, ao lado do chefe do Estado-Maior Conjunto, o general Dan Caine, Hegseth afirmou que o presidente Donald Trump segue aberto ao diálogo. “Trump está disposto a fazer um acordo com o Irã”, disse. No entanto, alertou para uma escalada caso não haja avanço. “Se o Irã não estiver disposto a fazer um acordo, os EUA lançarão bombardeios ainda mais intensos”, afirmou, acrescentando que “sem um acordo, a guerra vai se intensificar ainda mais”.
Leia também: Guerra com o Irã gera “voos fantasma” de milhares de quilômetros; entenda o que aconteceu
Hegseth também declarou que houve mudança de regime no Irã e disse esperar que a nova liderança seja “mais sábia que a anterior”. Segundo ele, “não há nada que o Irã possa fazer” para impedir o avanço das operações americanas no curto prazo, ressaltando que os ataques seguem causando destruição em massa no país.
Na mesma coletiva, o general Dan Caine detalhou as ações militares, afirmando que as forças dos EUA continuam a atingir instalações-chave de fabricação e pesquisa no Irã, com o objetivo de destruir as capacidades de mísseis balísticos do país.
Caine acrescentou que a Marinha americana atua para neutralizar a capacidade iraniana de lançar minas marítimas e afirmou que mais de 150 embarcações da Marinha do Irã já foram destruídas, indicando que a campanha busca reduzir significativamente a capacidade operacional das forças iranianas.
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