Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Irã diz que diplomacia com EUA ainda é possível, mas ameaça ações ofensivas em Ormuz
Publicado 28/08/2026 • 16:14 | Atualizado há 1 hora
ALERTA DE MERCADO:
Ibovespa encerra em alta com Petrobras; dólar sobe após discurso de Warsh em Jackson Hole
Apple aumenta preços das assinaturas do Apple TV e do Apple One nos EUA
OpenAI começa a exibir anúncios em alguns planos do ChatGPT na Índia para ampliar monetização e acesso
Ações da Mixue ampliam queda após recuo do lucro e aumento dos custos
Ações da Marvell despencam 8% apesar de alta de 37% na receita
Decisão judicial impede que Pentágono coloque Anthropic em lista de restrições
Publicado 28/08/2026 • 16:14 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
AFP
O Irã deixou aberta nesta sexta-feira (28) a possibilidade de retomar a diplomacia com os Estados Unidos, mas condicionou o diálogo ao fim da campanha de pressão de Washington, exatamente seis meses após o início da guerra.
“Retomar a diplomacia não é impossível. Depende de os Estados Unidos compreenderem um fato simples: a pressão não funciona”, escreveu o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, na rede social X.
Os esforços diplomáticos, conduzidos com a participação de mediadores como Paquistão e Catar, tentam há meses encerrar definitivamente a guerra iniciada por Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro.
Apesar de um cessar-fogo ter sido acordado em abril e de um memorando de entendimento para um acordo de paz definitivo ter sido assinado em junho, as negociações não resultaram em uma solução final. Desde então, Washington declarou uma “guerra econômica” contra Teerã.
Em uma nova tentativa de reativar a diplomacia, Araghchi se reuniu nesta quinta-feira (27), em Teerã, com seu homólogo do Catar para discutir a situação do Estreito de Ormuz, praticamente fechado pela República Islâmica desde o início da guerra.
Paralelamente, os Estados Unidos mantêm um bloqueio aos portos iranianos, dificultando a importação de gasolina pelo país.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO cessar-fogo de abril encerrou os combates mais intensos, mas ataques esporádicos, principalmente na região do Estreito de Ormuz, continuam comprometendo as perspectivas de um acordo de paz duradouro.
Em comunicado divulgado nesta sexta-feira, o senador americano Jack Reed, principal democrata do Comitê de Serviços Armados do Senado, criticou o presidente Donald Trump pela condução da guerra.
“Seis meses depois, nem sequer um objetivo foi alcançado”, afirmou Reed. “Na verdade, [a guerra] enfraqueceu significativamente nossa posição no Oriente Médio e no mundo.”
Teerã mantém conversas com Omã há várias semanas sobre o futuro do Estreito de Ormuz. O governo iraniano pretende cobrar dos navios que transitam pela rota uma tarifa por “serviços” marítimos, prática que não ocorria antes do conflito.
Ao mesmo tempo, o Irã insiste que o estreito permanecerá fechado enquanto Washington não cumprir os compromissos assumidos no memorando de junho, que prevê o fim do bloqueio aos portos iranianos e a retirada das sanções econômicas.
Nesta sexta-feira, o deputado iraniano Esmail Kowsari reiterou à televisão estatal que, caso os Estados Unidos “não cumpram seus compromissos, o Estreito de Ormuz não apenas permanecerá fechado, como os Estados Unidos deverão estar preparados para nossas ações ofensivas”.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Anel de R$ 6 milhões dado à atriz Marina Ruy Barbosa integra disputa judicial de família dona da Marabraz
2
iPhone 18 Pro: Apple confirma data do próximo grande lançamento
3
Bilibili, o “YouTube chinês”, chega ao Brasil e mira expansão global
4
Ex-executivos entram com ações trabalhistas milionárias contra empresa de herdeiro da família Safra
5
EXCLUSIVO: Stark Bank, de Rafael Stark, administra plataforma financeira de Goiás em negócio suspeito