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Conflito no Oriente Médio

TotalEnergies retira 1.300 pessoas do Oriente Médio após início da guerra com o Irã

Publicado 26/03/2026 • 18:40 | Atualizado há 7 meses

KEY POINTS

  • Companhia evacuou famílias e funcionários não essenciais de quatro países do Golfo em menos de uma semana.
  • Operações seguem parcialmente ativas, apesar da paralisação de algumas instalações na região.
  • Empresa já havia suspendido cerca de 15% da produção global de petróleo e gás com a escalada do conflito.
A TotalEnergies retirou cerca de 1.300 pessoas do Oriente Médio após o início da guerra envolvendo o Irã, incluindo famílias e trabalhadores não essenciais, segundo informou o CEO Patrick Pouyanné nesta quinta-feira (26), durante apresentação do relatório de sustentabilidade e clima da companhia.

A TotalEnergies retirou cerca de 1.300 pessoas do Oriente Médio após o início da guerra envolvendo o Irã, incluindo famílias e trabalhadores não essenciais, segundo informou o CEO Patrick Pouyanné nesta quinta-feira (26), durante apresentação do relatório de sustentabilidade e clima da companhia.

De acordo com o executivo, a decisão foi tomada poucos dias após o início da crise. “A crise começou em um sábado e, na terça-feira seguinte, decidimos evacuar todas as famílias e alguns trabalhadores não essenciais ou que não desejavam permanecer na região”, afirmou.

As evacuações envolveram pessoas que estavam nos Emirados Árabes Unidos, Catar, Arábia Saudita e Iraque e foram concluídas em um período de seis a sete dias, conforme detalhou Pouyanné.

Operações mantidas com restrições

Apesar da retirada, a empresa mantém parte de suas operações ativas no Oriente Médio, com equipes ainda em campo. “Continuamos trabalhando no terreno”, disse o CEO, destacando que algumas instalações foram interrompidas após o início das hostilidades.

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Entre as áreas afetadas estão operações no Iraque, no Catar e na produção offshore em Abu Dhabi, que sofreram paralisações desde a escalada do conflito.

Por outro lado, seguem em funcionamento as atividades onshore em Abu Dhabi, cuja produção é escoada por oleoduto até o terminal de Fujairah, no golfo de Omã, além da refinaria de Satorp, na Arábia Saudita.

“Ainda temos operações a administrar, e manter presença é essencial”, afirmou Pouyanné.

A companhia já havia anunciado, em meados de março, a suspensão de cerca de 15% de sua produção global de petróleo e gás, concentrada em países do Golfo, como consequência direta da escalada da guerra no Oriente Médio.

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