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CNBCTrump diz à CNBC que EUA estão “muito determinados” a fechar acordo com o Irã

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Dólar recua com queda do petróleo, enquanto cessar-fogo no Oriente Médio segue incerto

Publicado 25/03/2026 • 10:50 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • Dólar cai acompanhando recuo do petróleo e dos rendimentos dos Treasuries, em meio a maior apetite por risco global.
  • Sinais de possível trégua entre EUA e Irã sustentam os mercados, mas ataques continuam e negociações são negadas por Teerã.
  • No Brasil, indicadores de confiança, cenário eleitoral e decisões no Congresso também entram no radar dos investidores.
O dólar opera em queda no mercado à vista na manhã desta quarta-feira (25), em um movimento alinhado ao recuo do petróleo, à desvalorização da moeda americana frente a pares fortes e emergentes e à queda dos rendimentos dos Treasuries.

O dólar opera em queda no mercado à vista na manhã desta quarta-feira (25), em um movimento alinhado ao recuo do petróleo, à desvalorização da moeda americana frente a pares fortes e emergentes e à queda dos rendimentos dos Treasuries. Os juros futuros também acompanham o movimento, refletindo o ambiente externo mais favorável ao risco.

Os mercados reagem à sinalização do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre um possível cessar-fogo de um mês com o Irã. Apesar disso, o cenário permanece instável, com ataques contínuos entre Israel e Teerã e negações de diálogo por parte de autoridades iranianas, indicando que uma solução ainda parece distante.

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O embaixador do Irã no Paquistão, Amiri Moghaddam, afirmou que não há negociações, diretas ou indiretas, entre Irã e Estados Unidos, contrariando declarações de Trump. Segundo ele, existem apenas tentativas de países intermediários de viabilizar um eventual diálogo.

Já o tenente-coronel Ebrahim Zolfaghari, porta-voz do Quartel-General Central das Forças Armadas do Irã, criticou as tentativas americanas de acordo. “Seus conflitos internos chegaram ao ponto em que vocês estão negociando consigo mesmos?”, afirmou, em declaração exibida pela TV estatal. “Nossa primeira e última palavra tem sido a mesma desde o primeiro dia… nunca chegaremos a um acordo com vocês”, disse.

No Brasil, investidores acompanham o noticiário econômico e político-eleitoral, que também influencia os mercados domésticos.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu 2,0 pontos em março, para 88,1, após duas quedas consecutivas, embora ainda registre recuo de 0,3 ponto na média trimestral.

Pesquisa Atlas/Bloomberg para um eventual segundo turno mostra Flávio Bolsonaro com 47,6% e Luiz Inácio Lula da Silva com 46,6%, configurando empate técnico dentro da margem de erro. Ambos apresentaram leve avanço em relação a fevereiro, com maior alta para Flávio.

No Legislativo, o Senado aprovou um PLP que destrava o regime tributário de data centers (ReData) e promove ajustes fiscais, incluindo a ampliação gradual da licença-paternidade. O texto foi aprovado por ampla maioria, com impacto fiscal compensado e sem prejuízo à meta primária, e segue para a Câmara.

No campo policial, Rafael Góis, CEO do Grupo Fictor, é alvo da Operação Fallax da Polícia Federal, que investiga fraudes contra a Caixa Econômica Federal com uso de empresas de fachada e lavagem de dinheiro, possivelmente ligadas ao crime organizado. As irregularidades apuradas podem superar R$ 500 milhões.

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