Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Dólar cai a R$ 5,02 com apoio do petróleo apesar da tensão no Oriente Médio
Publicado 01/06/2026 • 17:43 | Atualizado há 5 meses
OpenAI negocia captação de US$ 30 bilhões e prepara abertura de capital em 2027
Elon Musk investe cerca de US$ 1 bilhão na Skydance
Barclays planeja cortar 5 mil empregos com avanço da inteligência artificial
CEO da Nvidia diz que demanda por neoclouds está “nas alturas”, mas falta capital
Anthropic anuncia prévia do Claude Duet, agente pessoal de IA para competir com Muse e Dots
Publicado 01/06/2026 • 17:43 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
PxHere
A cotação do dólar ante o real encerrou a sessão desta segunda-feira em queda de 0,40%, aos R$ 5,02, com a moeda brasileira se beneficiando da forte alta do petróleo. O movimento aconteceu na contramão do exterior, marcado pela divisa americana avançando sobre os pares com a notícia de interrupção das negociações de paz no Irã.
Também pesou a expectativa de que o Fed suba os juros americanos, caso o petróleo gere pressão inflacionária no país. Para Leonardo Baldez, fundador da ISF Crédito, o comportamento do câmbio mostra que o investidor segue monitorando juros nos Estados Unidos, tensões geopolíticas envolvendo Oriente Médio e a percepção sobre a trajetória fiscal brasileira.
“O dólar continua reagindo muito mais ao fluxo global de capital e à aversão ao risco do que propriamente a fatores isolados da economia brasileira. Qualquer sinal de instabilidade internacional acaba fortalecendo a moeda americana e reduzindo o apetite por ativos de países emergentes”, afirma.
O economista destaca que as negociações envolvendo Estados Unidos e Irã, além das oscilações do petróleo, seguem influenciando diretamente o humor dos investidores globais. “Quando há expectativa de redução das tensões geopolíticas, o petróleo tende a perder força, o que ajuda a aliviar parte das pressões inflacionárias no mundo. Isso acaba impactando moedas, bolsas e expectativas sobre juros.”
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCBenny Fard, sócio da B8 Partners, afirma que o mercado começa a recalibrar expectativas para crescimento global, juros americanos e os riscos geopolíticos envolvendo Oriente Médio e negociações internacionais. “Esse conjunto aumenta a aversão ao risco e reduz momentaneamente o apetite por ativos emergentes”, explica.
Ele afirma que, mesmo sem uma fuga expressiva de capital, a moeda voltou a encontrar suporte na casa dos R$ 5 porque investidores passaram a buscar proteção diante das incertezas externas. “Quando o cenário internacional fica mais nebuloso, o fluxo tende a migrar para ativos considerados mais seguros, fortalecendo a moeda americana”, diz.
O mercado já começa a olhar para o segundo semestre e focar, cada vez mais, na trajetória dos juros globais e no comportamento da inflação americana. Segundo Fard, os possíveis impactos econômicos da escalada das tensões geopolíticas fazem com que qualquer sinal externo tenha efeito imediato sobre o câmbio e a curva de juros.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
GERP: Flávio tem 53 pontos e Lula, 47; distância aumenta a cinco dias das eleições
2
Lula promete tarifa zero a cinco dias do 2º turno, mas não detalha como bancar custo bilionário
3
PESQUISA QUE ACERTOU PRIMEIRO TURNO: Flávio tem 53% e Lula 47% dos votos válidos, diz Gerp
4
Na guerra da quebra de sigilo, campanha de Flávio Bolsonaro escala Deltan Dallagnol para analisar documentos entregues por Lula
5
DECISÃO 2026: “Lula, para virar presidente, vai ter que crescer no Sudeste”, diz diretor do Paraná Pesquisas Murilo Hidalgo
Trânsito de petróleo no Golfo Pérsico volta para perto do nível pré-guerra, mas Brent segue caro com frete, riscos e estoques baixos
Petróleo Brent passa de US$ 112 com planos de EUA e Israel para novos ataques ao Irã após as eleições de meio de mandato