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Dólar cai a R$ 5,18 com fraqueza no exterior, mas sobe 2,16% em agosto
Publicado 31/08/2026 • 17:37 | Atualizado há 46 minutos
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Publicado 31/08/2026 • 17:37 | Atualizado há 46 minutos
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Notas de dólar
O dólar fechou em queda diante do real nesta segunda-feira (31), acompanhando o enfraquecimento da moeda americana no exterior e um ambiente mais favorável aos ativos brasileiros com novas pesquisas eleitorais. Apesar do recuo no dia, a divisa terminou agosto com valorização.
O dólar à vista caiu 0,32%, a R$ 5,1801, depois de oscilar entre R$ 5,1615 e R$ 5,1892. No acumulado de agosto, a moeda americana avançou 2,16%.
No mercado futuro, o contrato para setembro recuava 0,13%, a R$ 5,182, às 17h10.
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No mercado doméstico, investidores acompanharam uma nova rodada de pesquisas eleitorais. Parte dos levantamentos mostrou uma disputa mais apertada entre Lula e Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno, cenário recebido de forma positiva por agentes do mercado.
Em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, Felipe Corleta, sócio da Brazil Wealth, afirmou que a percepção de uma corrida presidencial mais equilibrada passou a influenciar de forma mais clara os preços dos ativos brasileiros.
Segundo ele, investidores passaram a considerar tanto a possibilidade de uma mudança de governo quanto a chance de uma agenda econômica mais moderada em caso de reeleição do atual presidente, especialmente na área fiscal.
A leitura também ajudou a explicar o descolamento observado nos ativos brasileiros nesta segunda-feira, com a bolsa em alta e o dólar em queda.
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Siga o Times | CNBCA direção do câmbio doméstico encontrou apoio no mercado internacional.
O índice DXY, que mede o desempenho do dólar diante de uma cesta de seis moedas fortes, recuava 0,29%, aos 99,415 pontos.
O euro avançava 0,27%, a US$ 1,1616, enquanto a libra ganhava 0,10%, a US$ 1,3548.
A fraqueza global da moeda americana ajudou o real, depois de uma sessão anterior marcada pelo fortalecimento do dólar após o discurso mais duro do presidente do Federal Reserve em Jackson Hole.
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Investidores também acompanharam a retomada das tensões entre Estados Unidos e Irã após novos ataques durante o fim de semana.
A escalada voltou a impulsionar o petróleo, diante das preocupações com a oferta e o transporte da commodity no Oriente Médio. Para o mercado de câmbio brasileiro, o petróleo mais caro pode dar suporte ao real pela condição do Brasil de exportador da commodity, embora também aumente os riscos para a inflação global.
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