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CNBCMichael Saylor, da Strategy, diz que tokenização permitirá investidores ‘buscarem’ rendimento

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Dólar encerra sessão de lado aos R$ 5 com esperanças de pacificação no Irã

Publicado 21/05/2026 • 18:04 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • A moeda americana perdeu força ao longo da tarde depois de notícias sobre avanços nas negociações entre Estados Unidos e Irã, que aumentaram a percepção de redução das tensões no Oriente Médio.
  • Mais cedo, o dólar havia subido com apoio de dados econômicos fortes nos EUA. O PMI industrial americano avançou para 55,3 pontos, maior nível em 48 meses, reforçando a leitura de que o Federal Reserve pode manter juros elevados por mais tempo.
  • O cenário de juros altos nos EUA tem incentivado a dolarização das carteiras de investidores brasileiros, com aumento da procura por ativos americanos de renda variável e títulos de renda fixa.
Dólar abaixo de R$ 5: o que o mercado espera daqui para frente?

Foto: Unsplash

A cotação do dólar ante o real encerrou a sessão desta quinta-feira (21) em queda de 0,04%, aos R$ 5, após uma sessão volátil em razão do noticiário internacional. A moeda americana enfraqueceu globalmente após as notícias de que as negociações de paz entre EUA e Irã estão chegando a um acordo.

O índice DXY, que compara a divisa americana a uma cesta de moeda fortes, subia 0,07%, para 99,165 pontos. A moeda avançou na abertura com impulso de dados que demonstram a resiliência da economia americana, o PMI industrial dos EUA saltou para 55,3 – maior nível em 48 meses – e confirmou o tom hawkish da ata do Federal Reserve, publicada na última quarta-feira (20).

O vetor virou depois que surgiram informações de avanço nas tratativas diplomáticas entre Washington e Teerã. Segundo a imprensa iraniana, representantes dos dois países teriam construído uma base inicial de entendimento com apoio do governo paquistanês, que participa das negociações desde as primeiras reuniões entre as delegações.

Ao longo do dia, declarações de integrantes próximos ao governo iraniano reforçaram a percepção de que as conversas evoluíram. Em entrevista à Al Jazeera, uma fonte afirmou que as equipes já discutem a redação de um possível documento oficial.

Segundo David Martins, em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, o ambiente de juros elevados nos Estados Unidos continua pressionando empresas de tecnologia, que dependem fortemente de capital e investimentos constantes.

“As falas recentes de dirigentes do Federal Reserve aumentaram a preocupação de que os juros possam permanecer elevados por mais tempo, ou até subir novamente caso a inflação continue resistente”, disse. Segundo ele, esse cenário reforça uma tendência que já vem sendo observada desde o ano passado, a dolarização das carteiras de investidores brasileiros.

“O dólar na faixa de R$ 5 torna os investimentos internacionais bastante atrativos”, afirmou. Ele disse que muitos investidores têm aumentado exposição ao mercado americano, tanto em renda variável quanto em títulos de renda fixa, como bonds.

Na avaliação do especialista, faz sentido manter entre 15% e 40% do portfólio dolarizado, dependendo do perfil de cada investidor. O movimento reflete preocupações com o cenário fiscal brasileiro, os juros elevados e as incertezas políticas ligadas ao ciclo eleitoral de 2026.

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