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Dólar recupera alta da véspera e retoma R$ 4,98 com alívio geopolítico e acomodação de risco institucional
Publicado 14/05/2026 • 17:53 | Atualizado há 57 minutos
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Publicado 14/05/2026 • 17:53 | Atualizado há 57 minutos
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Notas de dólar
O dólar fechou em queda de 0,45% nesta quinta-feira, 14, aos R$ 4,98, devolvendo parte da forte valorização registrada na sessão anterior, quando a moeda americana avançou mais de 2% em meio ao aumento da percepção de risco político no Brasil. Ao longo do dia, a divisa chegou a se aproximar de R$ 5,30 na abertura, mas perdeu força e voltou a ser negociada abaixo de R$ 5,00 no fim da tarde.
Segundo Leonel Oliveira Mattos, analista de inteligência de mercados da StoneX, o movimento desta quinta foi marcado principalmente por uma correção técnica após o estresse da véspera. Depois de movimentos bruscos, investidores costumam ajustar posições e realizar lucros acumulados, ele diz.
Na quarta-feira (13), o mercado reagiu negativamente a notícias envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro. O episódio elevou dúvidas entre investidores sobre o cenário eleitoral e aumentou a cautela em relação aos ativos brasileiros.
“Agora o mercado está de olho na recuperação do estrago de ontem e aguarda próximas pesquisas para avaliar o desempenho de Flavio Bolsonaro para as eleições”, diz Alison Correia, analista de investimentos e co-fundador da Dom Investimentos.
De acordo com Mattos, a desvalorização acelerada da moeda brasileira abriu espaço para os investidores. “Como o real desvalorizou mais de 2% na sessão de ontem, hoje os investidores aproveitam o patamar mais alto da moeda brasileira para vender quem precisa, dólares, por um valor mais atrativo e isso tem feito pressão baixista na moeda brasileira”, ele explica.
Apesar da queda do dólar no Brasil, o cenário internacional continuou favorecendo a moeda americana. Dados de vendas no varejo dos Estados Unidos vieram em linha com as expectativas do mercado e reforçaram a percepção de uma economia ainda aquecida.
Os números se somaram aos indicadores recentes de inflação ao consumidor e ao produtor, que seguem apontando resiliência da atividade econômica americana. Para o mercado, esse contexto reduz as chances de cortes de juros pelo Federal Reserve no curto prazo.
A expectativa de juros elevados por mais tempo nos Estados Unidos fortalece globalmente o dólar e aumenta a atração de capital para os ativos americanos. Ainda assim, no Brasil, o movimento de correção técnica acabou prevalecendo nesta sessão.
Além do ambiente doméstico, investidores também acompanharam o cenário geopolítico internacional, incluindo as tensões envolvendo o Estreito de Ormuz e o encontro entre Donald Trump e Xi Jinping.
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