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CNBCS&P 500 fecha em novo recorde, impulsionado por dados de inflação mais fracos e queda nos preços do petróleo

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Dólar sobe a R$ 5,19 com saída de estrangeiros e se descola do exterior

Publicado 13/08/2026 • 17:40 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • Dólar à vista subiu 0,25%, a R$ 5,1930, após oscilar entre R$ 5,1762 e R$ 5,1992.
  • Saída de capital estrangeiro dos ativos brasileiros continuou pressionando o real, em um ambiente de maior preocupação com o fiscal e as eleições.
  • No exterior, o DXY recuava 0,05% após o PPI americano mostrar estabilidade e reforçar as apostas de manutenção dos juros pelo Fed em setembro.
dólar

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Notas de dólar

O dólar voltou a subir diante do real nesta quinta-feira (13), sustentado pela saída de capital estrangeiro dos ativos brasileiros e pela cautela com os cenários fiscal e eleitoral. O movimento ocorreu na contramão do exterior, onde a moeda americana perdeu força após dados mais benignos de inflação nos Estados Unidos.

O dólar à vista avançou 0,25%, a R$ 5,1930, depois de oscilar entre R$ 5,1762 e R$ 5,1992.

No mercado futuro, o contrato para setembro recuava 0,07%, a R$ 5,2115, às 17h07.

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Saída de estrangeiros pressiona real

O fluxo de investidores voltou a ocupar o centro das atenções no mercado doméstico. A retirada de recursos estrangeiros dos ativos brasileiros ganhou força nos últimos pregões, acompanhando a deterioração da percepção sobre o quadro fiscal e o aumento da volatilidade ligada ao cenário eleitoral.

Em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, David Martins, diretor de investimentos da Brazil Wealth, afirmou que a saída de recursos se intensificou nesta semana e tem sido um dos principais fatores de pressão sobre os ativos locais.

Segundo Martins, o movimento ganhou força após o JPMorgan reduzir sua recomendação para o mercado brasileiro a neutra, aumentando a cautela de investidores estrangeiros.

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O analista também destacou que os juros longos permanecem pressionados pelas preocupações fiscais, o que reforça o ambiente de maior aversão ao risco.

Além do fluxo estrangeiro, fundos locais estariam desmontando posições vendidas em dólar, movimento que também teria contribuído para a valorização da moeda americana.

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Dólar contraria exterior

A alta no Brasil destoou do comportamento da moeda americana no mercado internacional.

O índice DXY, que acompanha o dólar diante de uma cesta de seis moedas fortes, recuava 0,05%, aos 99,965 pontos. O euro avançava 0,04%, a US$ 1,1527, enquanto a libra caía 0,07%, a US$ 1,3485.

A fraqueza do dólar no exterior veio após a divulgação do índice de preços ao produtor dos Estados Unidos. O PPI ficou estável, contrariando a expectativa de alta de 0,2%.

A leitura reforçou a percepção de que o Federal Reserve pode manter os juros inalterados em setembro. Mesmo assim, o alívio externo não foi suficiente para sustentar o real diante das pressões domésticas.

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