Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Europa planeja restringir Huawei e ZTE em redes estratégicas; entenda
Publicado 17/01/2026 • 12:00 | Atualizado há 7 meses
Trump mira canais comerciais do Irã em ‘Dia D econômico’; veja quais países estão mais expostos
Lego registra receita recorde no primeiro semestre; CEO destaca vendas fortes tanto em produtos premium quanto de menor preço
Parque temático inspirado em Dragon Ball Z recebe sinal verde para investimento de US$ 7 bilhões
Nvidia afirma que os racks Groq estarão online ainda este ano, após compra por US$ 20 bilhões
Sócio da Goldman Sachs teme que IA prejudique formação de nova geração de banqueiros
Publicado 17/01/2026 • 12:00 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
Unsplash
Bandeira da União Europeia
A Comissão Europeia deve apresentar nesta semana um plano para acelerar a retirada gradual de equipamentos fabricados na China de infraestruturas consideradas críticas na União Europeia, segundo informações do Financial Times. A proposta prevê a restrição da atuação de empresas como Huawei e ZTE em áreas como redes de telecomunicações, sistemas de energia solar e equipamentos de segurança, segundo autoridades envolvidas nas discussões.
A iniciativa faz parte de uma revisão mais ampla da política de segurança e tecnologia do bloco, que busca reduzir a dependência tanto de grandes empresas americanas quanto de fornecedores chineses classificados como de alto risco. Autoridades europeias avaliam que esses equipamentos poderiam ser utilizados para a coleta de dados sensíveis. Os Estados Unidos já adotam há anos restrições à participação da Huawei em suas redes.
Leia mais:
Mercosul–UE: por que o Brasil é o principal eixo do acordo comercial?
Peña destaca ‘acordo histórico’ Mercosul-UE e diz que Brasil foi essencial neste processo
O texto, que integra um pacote de cibersegurança a ser apresentado na terça-feira (20), deve transformar em obrigatória uma regra hoje voluntária que permite aos países-membros limitar ou excluir determinados fornecedores de suas infraestruturas digitais.
Recomendações anteriores, no entanto, tiveram aplicação desigual entre os países do bloco. Alguns governos continuam utilizando equipamentos de empresas consideradas sensíveis. No ano passado, por exemplo, a Espanha firmou um contrato de €12 milhões com a Huawei para o fornecimento de hardware destinado ao armazenamento de interceptações telefônicas autorizadas judicialmente.
Uma versão preliminar da proposta aponta que soluções nacionais fragmentadas não foram suficientes para garantir coordenação e confiança em escala europeia, o que reforçou a necessidade de uma abordagem unificada.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCNos últimos anos, Bruxelas também intensificou a fiscalização sobre a presença de empresas chinesas em setores estratégicos. A Comissão Europeia abriu investigações contra fabricantes de trens e turbinas eólicas e realizou, em 2024, operações de busca em escritórios europeus da empresa chinesa de equipamentos de segurança Nuctech.
O cronograma para a substituição dos equipamentos deve variar de acordo com o grau de risco associado a cada fornecedor e com o setor envolvido, além de considerar custos e a disponibilidade de alternativas no mercado. Atualmente, mais de 90% dos painéis solares instalados na União Europeia são produzidos na China.
Representantes da indústria alertam para a dificuldade de encontrar fornecedores substitutos em curto prazo, especialmente diante do esforço simultâneo para reduzir a dependência tanto da China quanto dos Estados Unidos. Operadoras de telecomunicações também apontam risco de repasse de custos ao consumidor em caso de restrições mais duras.
Leia mais:
Com PIB de US$ 22 trilhões, Mercosul e UE selam acordo histórico após 26 anos
Mercosul e UE se preparam para assinar acordo histórico de livre comércio
Após a apresentação da proposta, o texto seguirá para negociação com o Parlamento Europeu e os governos nacionais. Como a segurança é uma competência dos Estados-membros, o cronograma de implementação pode enfrentar resistência em algumas capitais.
Em novembro, o governo chinês afirmou que eventuais restrições violariam princípios de mercado e regras de concorrência, além de poderem gerar prejuízos econômicos e impactos sobre o desenvolvimento tecnológico.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Anel de R$ 6 milhões dado à atriz Marina Ruy Barbosa integra disputa judicial de família dona da Marabraz
2
Novo iPhone 18 Pro: veja o que muda no celular da Apple
3
Quem são os credores da Casas Bahia?
4
Braskem entra com pedido de recuperação extrajudicial para renegociar dívida de R$ 54 bilhões
5
Master Capixaba: Executivo publica mensagens sobre “queda” e “resistência” após afastamento da Apex Partners