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Europa pressiona por Ormuz aberto e acelera plano de missão naval internacional
Publicado 17/04/2026 • 18:51 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 17/04/2026 • 18:51 | Atualizado há 6 meses
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Bandeira da União Europeia
Líderes europeus reforçaram a defesa da livre navegação no Estreito de Ormuz após a reabertura da rota para navios comerciais. Eles passaram a acelerar a articulação de uma missão naval internacional para proteger o tráfego na região.
A União Europeia afirmou que qualquer restrição ou cobrança de tarifas na passagem é incompatível com o direito internacional. A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, disse que rotas como Ormuz devem permanecer “abertas e gratuitas” e alertou que a adoção de pedágios criaria um “precedente perigoso” para outras vias marítimas globais.
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Segundo Kallas, o Irã deve abandonar planos de taxar o fluxo de embarcações. Ela também afirmou que a Europa pode ampliar rapidamente a atuação naval na região, citando a missão Aspides, já em operação no Mar Vermelho, como uma possível base para reforçar a proteção do transporte marítimo.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, classificou a reabertura do estreito como um passo positivo, mas disse que a solução precisa ser “duradoura e viável”, sem pedágios ou limitações à circulação. Segundo ele, Reino Unido, França e outros parceiros avançam em um plano conjunto para garantir a liberdade de navegação.
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Siga o Times | CNBCEm Paris, o presidente francês, Emmanuel Macron, defendeu a reabertura “total, imediata e incondicional” do Estreito de Ormuz por todas as partes envolvidas. A reunião contou com a presença de representantes de cerca de 50 países e organizações, incluindo Alemanha, Itália, Canadá, Austrália, China e Índia.
França e Reino Unido lideram a construção de uma missão internacional voltada à proteção da navegação. A iniciativa é descrita por autoridades como neutra e separada dos países diretamente envolvidos no conflito.
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Segundo o plano em discussão, a operação pode incluir escolta a navios comerciais, ações de desminagem, compartilhamento de inteligência e coordenação com países costeiros. A preparação deve avançar rapidamente, com reuniões técnicas entre planejadores militares previstas para os próximos dias.
Vários países já sinalizaram disposição para contribuir com meios navais e apoio logístico, em meio ao aumento da pressão internacional para evitar novos riscos ao fluxo global de energia.
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