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Fitch: petróleo alto e bolsas em queda, com Irã, podem reduzir PIB global em 0,8%
Publicado 26/03/2026 • 13:19 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 26/03/2026 • 13:19 | Atualizado há 2 horas
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Foto: Freepik
No cenário adverso, o crescimento global cairia para cerca de 1,7% em 2026, com inflação mais alta, mas sem resposta agressiva dos bancos centrais.
Os efeitos da alta do petróleo e da queda das bolsas seriam os principais vetores de impacto negativo sobre a economia global, em um cenário de prolongamento do conflito com o Irã até o fim do primeiro semestre de 2026, segundo a Fitch Ratings. Nesse caso, o Produto Interno Bruto (PIB) mundial ficaria cerca de 0 8% menor após quatro trimestres em relação ao cenário base, diz a agência.
Segundo a Fitch, o encarecimento do petróleo atingiria com mais força o crescimento de países como Coreia do Sul, Japão e Estados Unidos. Já a queda dos mercados acionários teria maior impacto em Canadá, Coreia e EUA. No caso americano, a instituição destaca que a perda de riqueza com a desvalorização das ações explicaria cerca de metade da redução do PIB.
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No relatório de perspectivas econômicas globais (GEO, na sigla em inglês) de março, a Fitch projeta crescimento de 2,2% nos EUA 4,3% na China e 1,3% na zona do euro em 2026, com expansão global de 2,6%. No cenário adverso, porém, os EUA cresceriam 1 5%, a China ficaria abaixo de 4% e a zona do euro, abaixo de 1%.
A agência ressalta que o impacto mais forte apareceria após quatro trimestres. No último trimestre de 2026, o crescimento anual dos EUA seria de 0,6%, ante 1,8% no cenário base. Na zona do euro, também seria de 0,6% (ante 1,5%), enquanto o crescimento global cairia para 1,7%, de 2,5%.
A inflação nas economias do grupo ‘Fitch 20’ ficaria, em média, 1,3 ponto porcentual mais alta nesse cenário, com aumentos superiores a 2 pontos em países como Índia, Polônia e Turquia. A Fitch observa, porém, que não considerou eventuais medidas dos governos para conter os preços de energia.
Apesar da pressão inflacionária, a agência avalia que bancos centrais de EUA, Europa e Reino Unido não tenderiam a apertar significativamente a política monetária, em um contexto diferente do choque energético de 2022.
Leia mais: Ibovespa recua com cautela sobre guerra, apesar de apoio das commodities e IPCA-15 mais fraco
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