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França e Reino Unido vão discutir missão para proteger navegação em Ormuz na sexta-feira (17)
Publicado 14/04/2026 • 15:20 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 14/04/2026 • 15:20 | Atualizado há 2 meses
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Foto: Reprodução
Estreito de Ormuz
O presidente da França, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, vão copresidir na sexta-feira (17) em Paris, uma conferência com países que não participam do conflito no Oriente Médio para discutir uma missão no Estreito de Ormuz, “quando as condições de segurança permitirem”.
Segundo o gabinete francês, parceiros europeus e de outras regiões estão dispostos a contribuir para uma “missão puramente defensiva destinada a restaurar a liberdade de navegação”. Parte dos participantes deve acompanhar as discussões por videoconferência. As reuniões também devem tratar de possíveis medidas econômicas contra o Irã caso o Estreito de Ormuz permaneça fechado.
Leia também: Reino Unido diz que ‘não apoia’ bloqueio dos EUA ao Irã; França confirma negociações ‘multinacionais’ sobre Ormuz
França e Reino Unido vêm trabalhando nas últimas semanas para estruturar uma operação de escolta a navios-tanque e porta-contêineres, em meio à escalada de tensões no Oriente Médio.
Em publicação no X, Macron afirmou que conversou na segunda (13) com o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, e com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Ele fiz ter defendido a retomada das negociações interrompidas em Islamabad, o “esclarecimento de mal-entendidos” e a prevenção de nova escalada.
Leia também: Estreito de Ormuz continua fechado, com passagem limitada e mais de 400 navios encalhados
O presidente francês também disse ser essencial que o cessar-fogo seja respeitado por todos e inclua o Líbano, além da reabertura “incondicional” do Estreito de Ormuz, sem controles ou pedágios, o mais rápido possível.
Na conversa com Macron, Pezeshkian afirmou que “exigências excessivas” e falta de vontade política dos EUA travaram um acordo. Segundo ele, Teerã segue disposto a negociar dentro das normas internacionais, deseja maior atuação europeia e continua priorizando a diplomacia, mas está preparado para qualquer cenário e para garantir a segurança da navegação em Ormuz.
Leia mais: “Eles não têm coragem”: Trump diz que vai liberar Estreito de Ormuz e chama aliados de covardes
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