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Inflação do Reino Unido sobe para 3,4% em dezembro, acima das previsões
Publicado 21/01/2026 • 08:10 | Atualizado há 2 semanas
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Publicado 21/01/2026 • 08:10 | Atualizado há 2 semanas
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Bandeira do Reino Unido
Pixabay
A taxa de inflação do Reino Unido subiu para 3,4% em dezembro, acima da projeção de 3,3% feita por economistas consultados pela Reuters.
O índice havia desacelerado de forma significativa para 3,2% nos 12 meses até novembro, dado que encorajou o Banco da Inglaterra a cortar os juros em sua última reunião do ano passado.
A inflação subjacente – que exclui energia, alimentos, álcool e tabaco – ficou em 3,2% em dezembro, estável em relação a novembro, segundo os dados mais recentes do Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês).
“A inflação teve uma leve alta em dezembro, impulsionada em parte pelos preços mais elevados do tabaco, após aumentos recentes no imposto especial de consumo”, comentou o economista-chefe do ONS, Grant Fitzner, em publicação no X nesta quarta-feira (21).
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“As tarifas aéreas também contribuíram para o aumento, com preços subindo mais do que há um ano, provavelmente em razão do calendário dos voos de retorno no período de Natal e Ano Novo. A alta dos custos dos alimentos, especialmente de pães e cereais, também pressionou o índice”, acrescentou.
Esses aumentos foram parcialmente compensados pela desaceleração da inflação dos aluguéis e pela queda de preços em uma série de itens de lazer e cultura, destacou o ONS.
Após a divulgação dos dados, a libra esterlina operava praticamente estável frente ao dólar, cotada a US$ 1,3231.
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A ministra das Finanças do Reino Unido, Rachel Reeves, afirmou à CNBC nesta quarta-feira que o Banco da Inglaterra já esperava uma leve alta da inflação antes de uma desaceleração ao longo da primavera e do verão, em direção à meta de 2% da autoridade monetária.
“Essa continua sendo a expectativa deles e também a minha, e isso vai acontecer por causa das medidas que adotei no orçamento do ano passado”, disse Reeves à CNBC durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.
Os números, divulgados após dados de emprego publicados na segunda-feira que mostraram um arrefecimento adicional do mercado de trabalho, ainda levantam dúvidas sobre se o Banco da Inglaterra seguirá com o corte de juros esperado para fevereiro ou se poderá adiar a decisão por mais tempo.
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“Um pequeno aumento mensal dos preços é improvável que preocupe os formuladores de política monetária do Banco da Inglaterra no curto prazo, especialmente porque o crescimento dos salários segue em trajetória de desaceleração”, afirmou Scott Gardner, estrategista de investimentos da J.P. Morgan Personal Investing, em comentários enviados por e-mail nesta quarta-feira.
“Se o crescimento dos salários continuar caindo e isso se refletir nos dados de inflação, pode haver pressão para que o Banco da Inglaterra corte os juros mais rapidamente do que o esperado. Atualmente, os mercados precificam de um a dois cortes neste ano, mas isso pode mudar à medida que os dados de inflação de 2026 comecem a ser divulgados”, acrescentou.
Matthew Ryan, chefe de estratégia de mercado da Ebury, disse esperar que o Banco da Inglaterra mantenha os juros inalterados por pelo menos mais algumas reuniões.
“Os membros mais conservadores do comitê há tempos enfatizam os riscos de alta para a inflação no Reino Unido, mas esses argumentos vêm perdendo força diante da deterioração do mercado de trabalho e da moderação das pressões salariais”, afirmou na terça-feira.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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