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Inflação no Japão atinge o nível mais alto do ano devido ao aumento dos preços da energia
Publicado 20/08/2026 • 22:46 | Atualizado há 1 hora
Inflação no Japão atinge o nível mais alto do ano devido ao aumento dos preços da energia
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Publicado 20/08/2026 • 22:46 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Foto: AFP
A taxa de inflação do Japão atingiu 1,9% em julho, o nível mais alto deste ano, devido ao aumento dos custos de energia em meio à guerra com o Irã.
A inflação subjacente — que exclui os preços dos alimentos frescos, mas inclui a energia — ficou em linha com as expectativas, situando-se em 1,8%.
Os preços da energia subiram pela primeira vez desde novembro de 2025, apesar dos subsídios governamentais, devido aos altos custos do petróleo resultantes do conflito no Oriente Médio. Isso se refletiu na inflação no atacado, que atingiu 7,2% em julho, sendo as tarifas de eletricidade o principal fator contribuinte.
Os preços dos alimentos frescos também registraram um aumento acentuado, subindo 7% em comparação com o aumento de 3,9% em junho.
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Siga o Times | CNBCAnalistas já haviam dito à CNBC que a inflação ao consumidor relativamente baixa se deve aos subsídios concedidos pelo governo da primeira-ministra Sanae Takaichi, em uma tentativa de proteger os consumidores do aumento dos preços da energia.
A chamada taxa de inflação “núcleo-núcleo” — que exclui os preços de alimentos frescos e energia — ficou em 1,9%.
Em seu relatório de perspectivas do mês passado, o Banco do Japão alertou que a inflação subjacente provavelmente aceleraria para um nível “claramente acima” de 2% a partir do segundo semestre do ano fiscal de 2026, que vai de setembro a março.
O relatório citou o repasse dos aumentos salariais para os preços de venda, a alta dos preços do petróleo bruto e a recente desvalorização do iene. A inflação deverá então cair para perto de 2% com a queda do preço do petróleo, afirmou.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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