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Irã prende supostas redes “monarquistas” e suspeitos de espionagem enquanto guerra se intensifica
Publicado 18/03/2026 • 09:38 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 18/03/2026 • 09:38 | Atualizado há 2 meses
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ATTA KENARE / AFP
17 de agosto de 2024. O Ministro da Inteligência do Irã, Esmail Khatib, sentado com o Presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, antes de um discurso para membros do parlamento na capital Teerã, em 17 de agosto de 2024, enquanto defende a escolha de seu gabinete.
As autoridades iranianas informaram nesta quarta-feira (18) que prenderam mais de 100 supostas “células monarquistas” que estariam planejando ações contra a República Islâmica, além de suspeitos de espionagem e indivíduos acusados de cooperar com um canal de televisão proibido.
Forças do Ministério da Inteligência “identificaram e prenderam 111 células monarquistas em 26 províncias antes que pudessem agir na última quarta-feira (18) do ano”, informou o ministério em comunicado divulgado pela agência de notícias Fars.
Leia também: Israel anuncia que ministro da Inteligência do Irã foi morto
Não ficou imediatamente claro quantas pessoas estavam envolvidas nas supostas células.
O ministério afirmou que quatro suspeitos de espionagem ligados aos Estados Unidos foram presos na cidade de Hamedan e na província do Azerbaijão Ocidental, ambas no oeste do país.
As autoridades também prenderam outras 21 pessoas acusadas de cooperar com a emissora Iran International, sediada em Londres, que é proibida no Irã, acrescentou o comunicado.
Também foi informado que foram apreendidas armas de fogo, armas brancas, armas de choque e cassetetes.
As prisões ocorrem enquanto o Irã está em guerra com Israel e os Estados Unidos desde 28 de fevereiro, quando ataques israelenses e norte-americanos mataram o líder supremo do país, aiatolá Ali Khamenei, desencadeando um conflito que se espalhou pelo Oriente Médio.
Nas últimas semanas, as autoridades realizaram operações de grande escala em todo o Irã, prendendo, nos últimos dias, centenas de pessoas suspeitas de cooperar com Israel e os Estados Unidos, segundo a mídia local.
No domingo, o chefe da polícia, Ahmad-Reza Radan, afirmou que um total de 500 pessoas foi preso sob suspeita de espionagem e de “enviar informações ao inimigo e à mídia anti-Irã”, de acordo com veículos locais.
O Irã classificou a Iran International como organização terrorista desde 2022 e advertiu que a cooperação com o canal é punível segundo a legislação iraniana.
Leia mais: Mais que R$ 300 milhões: o que está por trás do problema do C6 no consignado do INSS
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