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Líderes europeus apelam para manter a pressão sobre a Rússia antes da cúpula Trump-Putin
Publicado 10/08/2025 • 11:24 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 10/08/2025 • 11:24 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Leonhard Foeger | Reuters (Reprodução CNBC Interncional)
O presidente Donald Trump e o presidente russo Vladimir Putin apertam as mãos durante uma entrevista coletiva conjunta após o encontro em Helsinque, Finlândia, em 16 de julho de 2018.
Os principais líderes europeus apelaram neste domingo (10) para manter a pressão sobre a Rússia para alcançar a paz e reafirmaram seu apoio à Ucrânia, antes de uma cúpula entre os presidentes Vladimir Putin e Donald Trump.
Os presidentes da Rússia e dos Estados Unidos devem se encontrar em 15 de agosto no Alasca como parte dos esforços de Trump para encontrar uma saída para o conflito iniciado em fevereiro de 2022 com a invasão russa à Ucrânia.
A reunião acontecerá sem a presença do líder ucraniano, Volodimir Zelensky, que exige fazer parte das negociações.
Neste domingo, os principais líderes europeus assinaram uma declaração na qual afirmaram que “apenas uma abordagem que combine uma diplomacia ativa, o apoio à Ucrânia e a pressão sobre a Federação Russa” poderá pôr fim à guerra entre Ucrânia e Rússia.
“Aplaudimos o trabalho do presidente Trump para deter o massacre na Ucrânia” e “estamos prontos para apoiar esse trabalho no plano diplomático, além de manter nosso substancial apoio militar e financeiro à Ucrânia”, e também “manter e impor medidas restritivas contra a Federação Russa”, indicaram os líderes europeus.
Entre os signatários da declaração estão o presidente francês Emmanuel Macron, a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni, o chanceler alemão Fiedrich Merz, os premiês polonês Donald Tusk e o britânico Keir Starmer, além da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone no sábado com Vladimir Putin e expressou a disposição do Brasil em contribuir para uma solução pacífica. Putin agradeceu a Lula por seu “empenho e interesse no tema”, segundo uma nota da Presidência brasileira.
As três rodadas de negociações entre Rússia e Ucrânia realizadas este ano não renderam frutos, e ainda não está claro se uma cúpula contribuirá para aproximar a paz.
A invasão russa da Ucrânia, lançada em fevereiro de 2022, deixou dezenas de milhares de mortos, milhões de deslocados e grandes danos.
Putin resistiu aos múltiplos apelos dos Estados Unidos, da Europa e da Ucrânia para que declarasse um cessar-fogo.
A cúpula no Alasca, território que a Rússia vendeu aos Estados Unidos em 1867, seria a primeira entre os presidentes em exercício dos Estados Unidos e da Rússia desde que Joe Biden se reuniu com Putin em Genebra, em junho de 2021.
Trump e Putin se encontraram pela última vez em 2019, em uma cúpula do G20 no Japão, durante o primeiro mandato do americano, embora tenham se falado por telefone em várias ocasiões desde janeiro.
Após mais de três anos de combates, as posições ucranianas e russas continuam irreconciliáveis.
No terreno, os confrontos e ataques mortais continuam, com lançamentos mútuos de drones durante a noite, e o Exército russo continua avançando no leste contra um adversário menos numeroso e pior equipado.
No Leste de Donetsk, quatro pessoas morreram no sábado após bombardeios russos e outras duas na região de Kherson, no sul, informaram as respectivas autoridades. Esses ataques deixaram cerca de vinte feridos.
Para acabar com o conflito, Moscou exige que a Ucrânia ceda quatro regiões parcialmente ocupadas (Donetsk, Luhansk, Zaporizhzhia e Kherson), além da Crimeia, anexada em 2014, e que renuncie ao fornecimento de armas ocidentais e a qualquer adesão à Otan.
Essas condições são inaceitáveis para a Ucrânia, que exige a retirada das tropas russas de seu território e garantias de segurança ocidentais. Isso incluiria mais fornecimento de armas e o envio de um contingente europeu, aos quais a Rússia se opõe.
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