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Novo pacto entre Índia e Nova Zelândia reduz tarifas e amplia acesso a mercados
Publicado 22/12/2025 • 07:40 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 22/12/2025 • 07:40 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
A Índia e a Nova Zelândia anunciaram na segunda-feira (22) um acordo de livre comércio que isentará de tarifas a maioria do comércio de bens entre os dois países.
O pacto comercial, que será revisado após um ano, será assinado no primeiro semestre do próximo ano.
“Este acordo histórico elimina e reduz tarifas sobre 95% das exportações da Nova Zelândia”, afirmou o Ministro do Comércio e Investimento da Nova Zelândia, Todd McClay, acrescentando que quase 57% das exportações do país se tornarão isentas de impostos na Índia “desde o primeiro dia”.
A nação insular do Pacífico também investirá US$ 20 bilhões na Índia nos próximos 15 anos e permitirá a mobilidade de profissionais, mão de obra qualificada e estudantes da Índia para a Nova Zelândia.
A Índia também garantiu um “mercado de tarifa zero” em todas as suas exportações para a Nova Zelândia, o que inclui têxteis, vestuário, couro, calçados, produtos marinhos, gemas e joias, artesanato, bens de engenharia e automóveis.
“Hoje, este Acordo de Livre Comércio trata de construir o comércio em torno das pessoas e lançar oportunidades”, disse o Ministro do Comércio da Índia, Piyush Goyal.
O acordo dará às empresas e aos jovens indianos a oportunidade de “aprender, trabalhar e crescer em um cenário global”, acrescentou.
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A Índia eliminará tarifas sobre carne de carneiro, lã, carvão e quase todas as exportações florestais e de madeira. Nova Deli também permitirá o acesso isento de impostos para laticínios e outros ingredientes alimentares destinados a reexportações.
No entanto, para garantir a proteção aos agricultores e à indústria doméstica, Nova Deli afirmou que o acesso ao mercado exclui laticínios, café, leite, creme, queijo, iogurtes, soro de leite, caseínas, cebolas, açúcar, especiarias, óleos comestíveis e borracha.
O pacto comercial da Índia com a Nova Zelândia “proporciona certeza política e reduz os custos de insumos para a manufatura, criando uma visão de resiliência econômica a longo prazo”, disse Ranjeet Mehta, CEO da entidade industrial indiana PHDCCI.
O comércio bilateral de mercadorias entre os dois países situou-se em US$ 1,3 bilhão em 2024–25, enquanto o comércio total de bens e serviços foi de US$ 2,4 bilhões em 2024. “O ALC fornece uma estrutura estável e previsível para desbloquear todo o potencial desta relação”, afirmou o ministério do comércio da Índia.
O ALC marca o terceiro acordo da Índia este ano, após um tratado de livre comércio com o Reino Unido em julho e outro pacto com Omã no início deste mês.
Os acordos ocorrem em um momento em que os EUA, o maior parceiro comercial de Nova Deli, impuseram tarifas de 50% sobre suas exportações de bens, o que inclui taxas de 25% para as compras de petróleo russo pela Índia.
A Índia, que tem ambições de se tornar uma potência exportadora, tem buscado diversificar suas exportações para compensar o impacto das tarifas dos EUA.
Após a entrada em vigor de tarifas pesadas em agosto, as exportações da Índia para os EUA caíram quase 12% em setembro e 8,5% em outubro, antes de um crescimento acentuado de 22,6% em novembro.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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