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ONU alerta para risco regional após ação militar dos EUA na Venezuela
Publicado 03/01/2026 • 13:15 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 03/01/2026 • 13:15 | Atualizado há 3 meses
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ONU
O secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, afirmou estar “profundamente alarmado” com a escalada recente na Venezuela, que culminou na ação militar dos Estados Unidos no país. Segundo a ONU, o episódio cria um precedente perigoso e traz implicações preocupantes para toda a região.
A declaração foi divulgada neste sábado (3) pelo porta-voz do secretário-geral, Stéphane Dujarric.
De acordo com o comunicado, a ONU avalia que, independentemente da situação interna da Venezuela, a ação militar dos EUA representa um risco ao sistema internacional baseado em regras. Para o secretário-geral, os acontecimentos recentes configuram um precedente que pode fragilizar a ordem global.
Guterres afirmou estar seriamente preocupado com o fato de que normas do direito internacional não tenham sido respeitadas.
A ONU reforçou que todos os atores devem respeitar plenamente o direito internacional, em especial a Carta das Nações Unidas. Segundo o secretário-geral, esse princípio deve ser observado por todos os países, sem exceção.
A manifestação ocorre em meio a críticas internacionais à condução da crise na Venezuela e ao papel direto assumido pelos Estados Unidos.
Além da crítica à escalada militar, a ONU fez um apelo para que todos os atores envolvidos na Venezuela se engajem em um diálogo inclusivo. Segundo o comunicado, qualquer solução deve ocorrer com respeito aos direitos humanos e ao Estado de Direito.
Para Guterres, o diálogo político é o único caminho legítimo para evitar o agravamento da crise e reduzir riscos humanitários e regionais.
A posição da ONU se soma às manifestações de governos e organismos multilaterais que alertam para os efeitos da crise venezuelana além das fronteiras do país. A escalada militar elevou o nível de tensão diplomática na América Latina e no sistema internacional.
Até o momento, o Conselho de Segurança da ONU não anunciou reunião formal sobre o tema, mas o assunto segue em monitoramento constante pela Secretaria-Geral.
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