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Reunião de emergência no Itamaraty discute invasão da Venezuela
Publicado 03/01/2026 • 12:36 | Atualizado há 2 semanas
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Publicado 03/01/2026 • 12:36 | Atualizado há 2 semanas
KEY POINTS
Palácio Itamaraty é a sede do Ministério das Relações Exteriores (MRE) do Brasil.
Ana de Oliveira/AIG-MRE
O governo brasileiro realiza neste sábado (3) uma reunião de emergência no Itamaraty para discutir a invasão da Venezuela pelos Estados Unidos, ocorrida durante a madrugada, que resultou na captura do presidente Nicolás Maduro.
O encontro ocorre em meio à escalada diplomática na região e ao retorno do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Brasília.
A reunião começou por volta das 10h30, no Palácio do Itamaraty, na Esplanada dos Ministérios.
Participam do encontro o ministro da Defesa, José Múcio, e a ministra substituta das Relações Exteriores, Maria Laura da Rocha. A secretária-executiva e ministra interina da Casa Civil, Miriam Belchior, também integra a reunião, que reúne diplomatas e assessores do governo federal.
O objetivo é alinhar a posição brasileira diante da crise na Venezuela e avaliar possíveis impactos regionais.
O presidente Lula acompanha os desdobramentos da crise e deve participar da reunião por videoconferência, já que estava no Rio de Janeiro. Segundo a assessoria do Planalto, Lula retorna ainda hoje a Brasília para tratar do tema.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, que estava em período de férias, também retorna à capital federal neste sábado.
Segundo informações oficiais, os Estados Unidos bombardearam diversos pontos de Caracas e dos estados de Aragua, Miranda e La Guaira. O paradeiro de Maduro segue cercado de incertezas, apesar de o presidente americano Donald Trump afirmar que o líder venezuelano foi capturado e retirado do país.
A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, exigiu prova de vida de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores.
Nas redes sociais, Lula condenou a ação militar dos EUA contra a Venezuela. Segundo o presidente, a ofensiva remete a episódios históricos de interferência externa na América Latina e ameaça a preservação da região como zona de paz.
“A comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas, precisa responder de forma vigorosa a esse episódio. O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover a via do diálogo e da cooperação”, afirmou o presidente.
A reunião de emergência no Itamaraty marca o início de uma articulação diplomática mais ampla do Brasil diante da crise na Venezuela, que envolve riscos humanitários, migratórios e geopolíticos para a região.
O governo brasileiro mantém contato com parceiros internacionais e organismos multilaterais enquanto acompanha a evolução do cenário.
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