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Petróleo atinge menor valor desde 2021; entenda por que
Publicado 16/12/2025 • 20:46 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 16/12/2025 • 20:46 | Atualizado há 5 meses
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Pixabay
Plataforma de petróleo
O petróleo fechou em forte queda nesta terça-feira (16), com o Brent tocando o menor valor desde maio deste ano (US$ 54,89) e o WTI atingindo a mínima desde fevereiro de 2021 (US$ 58,72).
O movimento se deu em meio à expectativa de um acordo em breve para o conflito entre Rússia e Ucrânia. Além disso, investidores ponderaram dados divergentes de varejo, atividade e emprego dos Estados Unidos.
Nesta terça-feira, o petróleo WTI para fevereiro fechou com queda de 2,72% (US$ 1,54), a US$ 55,13 (cerca de R$ 297,70, na cotação atual) o barril. Já o Brent para o mesmo mês registrou queda de 2,71% (US$ 1,64), a US$ 58,92 (R$ 318,17) o barril.
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O petróleo começou a sessão em queda modesta, mas aprofundou perdas e chegou a cair mais de 3% diante do conjunto de pressões geopolíticas e macroeconômicas.
Nesta terça-feira, o vice-ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Ryabkov, disse acreditar que as partes em conflito estão “à beira” de uma solução diplomática para pôr fim à guerra. Do lado ucraniano, autoridades europeias ressaltaram progresso nas garantias de segurança para Kiev, segundo a Axios.
A Rystad Energy avalia que um potencial cessar-fogo na região pode levar à suspensão das sanções dos EUA sobre o petróleo russo de forma relativamente rápida, embora a remoção das sanções europeias possa ser mais gradual. No entanto, a consultoria ainda recomenda cautela, pois no último ano “os mercados chegaram perto de precificar um acordo de paz várias vezes, apenas para as negociações estagnarem“.
Na América Latina, a estatal venezuelana PDVSA enfrenta cargas de petróleo paradas, descontos maiores nos preços e pressão de clientes para rever contratos à vista após os EUA apreenderem um navio que transportava óleo do país, segundo a Reuters.
A Spartan Capital chama atenção ainda para o excesso de oferta e um prêmio de risco geopolítico mais baixo em 2026, alegando que uma quebra do nível de suporte pode colocar a commodity a US$ 50 (R$ 270) à prova.
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