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Petróleo dispara 3% com escalada da guerra do Irã e entrada dos Houthis no conflito no Oriente Médio
Publicado 29/03/2026 • 21:22 | Atualizado há 3 semanas
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Publicado 29/03/2026 • 21:22 | Atualizado há 3 semanas
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Os preços do petróleo avançaram nesta segunda-feira após os Houthis do Iêmen anunciarem o disparo de mísseis contra Israel, abrindo uma nova frente na guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã.
Os contratos futuros de maio do Brent, referência internacional, subiram 2,92% e eram negociados a US$ 115,86 por barril nas primeiras horas da Ásia. Já o WTI, referência nos Estados Unidos, avançava 3,20%, cotado a US$ 102,80 por barril.
Leia também: Petróleo: WTI volta a superar US$ 100 e Brent gira em torno de US$ 115
No sábado, os Houthis afirmaram ter lançado mísseis contra Israel, marcando sua primeira participação direta na guerra. Em publicação na rede X, o porta-voz Yahya Saree disse que o grupo disparou uma série de mísseis balísticos contra o que chamou de “alvos militares sensíveis” em Israel, em apoio ao Irã e às forças do Hezbollah no Líbano.
O ataque representa uma nova escalada no conflito, iniciado em 28 de fevereiro com bombardeios dos EUA e de Israel contra o Irã.
Ed Yardeni, presidente da Yardeni Research, destacou que os mercados acionários globais já começam a precificar um cenário de petróleo e juros “altos por mais tempo”, diante do risco de prolongamento da guerra.
Ele alertou que o bloqueio contínuo do Estreito de Ormuz pode aprofundar a correção nos mercados e elevar os riscos de recessão. A incerteza sobre o conflito — incluindo a possibilidade de maior envolvimento dos EUA — deve manter a volatilidade elevada até que o fluxo de petróleo seja normalizado.
“A velocidade e a magnitude do movimento mostram como os mercados de energia estão reavaliando rapidamente o risco geopolítico, desafiando esforços anteriores para manter petróleo e títulos ancorados, e reforçando o risco de uma interrupção prolongada no Estreito”, escreveu Yardeni em nota publicada nesta segunda-feira.
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