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Petróleo fecha em queda, de olho em crise no Oriente Médio e reabertura do Estreito de Ormuz
Publicado 16/03/2026 • 16:54 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 16/03/2026 • 16:54 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Foto: Freepik
Crise do petróleo vai além do preço: o que está por trás da alta e do risco global
O petróleo fechou em queda nesta segunda-feira (16), em sessão marcada por volatilidade e com o Brent ainda acima dos US$ 100 o barril, conforme investidores monitoram o conflito no Oriente Médio e pressão dos EUA para o escoamento da commodity pelo Estreito de Ormuz.
Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para abril fechou em queda de 5,28% (US$ 5,21), a US$ 93,50 o barril.
Já o Brent para maio recuou 2,84% (US$ 2,93), a US$ 100,21 o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE).
Os contratos futuros do petróleo chegaram a operar em alta pela manhã, mas logo passaram a cair e a acentuar perdas ao longo da tarde.
O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou esperar que sejam feitas mais algumas “poucas investidas” no Irã, já que o país persa tem “pouquíssimas” opções restantes, e voltou a cobrar ajuda de parceiros para reabrir o Estreito de Ormuz. O republicano ainda disse esperar que os preços do óleo caiam “como pedra” após o conflito acabar.
Já o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, disse que está “bem” em relação à situação no estreito e que o país está bem abastecido com petróleo.
Apesar da baixa desta segunda, os traders estão cada vez mais precificando uma duração indefinida do conflito, alimentados por uma percepção crescente de erro estratégico sobre o escopo e o cronograma das hostilidades, fornecendo o impulso altista necessário para uma maior descoberta de preços, diz Samer Hasn, da XS.com.
A S&P Global revisou para cima sua projeção de preços para o WTI e Brent em US$ 15 por barril para o restante de 2026, enquanto manteve inalteradas suas suposições para 2027-2029.
Ainda no radar do conflito, o diretor executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, afirmou nesta segunda-feira (16), que os países-membros poderão liberar mais petróleo no mercado futuramente “conforme e se necessário”.
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