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Presidente da Colômbia pede ao Brasil extensão do Pix e diz que narcotráfico ‘zomba’ de sanções dos EUA
Publicado 06/04/2026 • 11:12 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 06/04/2026 • 11:12 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Juan D. Cano/Governo Colombiano
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, discursou na Cúpula de Líderes
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, pediu ao Brasil que estenda o sistema de pagamentos instantâneos Pix ao país e voltou a criticar a lista de sanções do Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês), dos Estados Unidos.
Em publicação no X (antigo Twitter), Petro afirmou que a ferramenta “já não é uma arma contra o narcotráfico” e que, segundo ele, o crime organizado “zomba” da lista.
“Peço ao Brasil que estenda o sistema Pix à Colômbia. Tomara que deixe de considerar a lista da OFAC, que já não funciona”, escreveu o presidente colombiano. Segundo ele, criminosos conseguem contornar sanções dos EUA e operar a partir de centros financeiros como Dubai, onde “vivem no luxo”.
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Petro também afirmou que a OFAC estaria sendo usada para perseguir oposições políticas e classificou o mecanismo como “um sistema aberrante de controle político”. No mesmo texto, o colombiano defendeu o que chamou de governança global democrática e criticou conflitos internacionais, dizendo que “nenhuma guerra é boa”.
O presidente ainda comentou a política antidrogas e alegou que líderes do narcotráfico operam fora da Colômbia com proteção indireta de acordos judiciais. Segundo ele, chefes de grupos armados vivem no exterior e ampliam operações para outros mercados enquanto evitam extradição.
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Ainda na publicação, o colombiano fez críticas à atuação dos Estados Unidos em conflitos e pediu o fim de guerras, além de comentar episódios de violência política. Ele também afirmou que a taxa de homicídios no país caiu e disse esperar que a tendência se mantenha.
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