Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Presidente do Fed de Kansas City, Jeffrey Schmid, aponta que dissidências são saudáveis para instituição
Publicado 25/02/2026 • 19:21 | Atualizado há 2 semanas
Mais três navios são atingidos no Golfo Pérsico enquanto o Irã alerta para petróleo a US$ 200
Plano de liberação recorde de petróleo indica que guerra no Oriente Médio pode durar meses
Boom e queda das ações de empresas de memória chegam ao fim com avanço da IA
Trump diz que vai usar Reserva Estratégica de petróleo para reduzir custos de energia na guerra contra o Irã
Ford lança nova IA para impulsionar Pro, um negócio comercial bilionário
Publicado 25/02/2026 • 19:21 | Atualizado há 2 semanas
KEY POINTS
REUTERS/Ann Saphir/File Photo
Em uma participação no Clube Econômico do Colorado nesta quarta-feira (25), o presidente do Federal Reserve Bank de Kansas City, Jeffrey Schmid, trouxe uma visão humanizada e técnica sobre os bastidores da autoridade monetária dos Estados Unidos. Em uma conversa moderada, o dirigente abordou desde a dinâmica do mercado de trabalho até a natureza das decisões no Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC).
Schmid, que recentemente se posicionou de forma contrária ao consenso em duas reuniões do Fed, abriu o jogo sobre o peso de ser uma voz dissonante. Segundo ele, as dissidências não são fruto de decisões levianas, mas sim de análises profundas sobre o rumo da economia.
O dirigente afirmou que as divergências são “saudáveis” para a instituição. Confessou ter ficado “desconfortável” em sua posição de dissidente, mas reiterou a importância do debate técnico. Apesar das diferenças de opinião, Schmid teceu fortes elogios ao presidente do Fed, Jerome Powell, classificando-o como um líder “patriótico” e profundamente comprometido com o país.
Leia mais:
Trump eleva tom contra Irã e reacende risco de guerra que pode abalar economia global
Ao analisar a economia real, Schmid demonstrou otimismo moderado. Para ele, o mercado de trabalho norte-americano atravessa um bom momento, embora exija vigilância constante. “O Fed está atento, mas não preocupado com o emprego”, afirmou o dirigente. Ele destacou que a dinâmica do trabalho está mudando significativamente, impulsionada por questões demográficas que impactam a oferta de mão de obra e a produtividade.
Essas transformações exigem que o Banco Central ajuste sua lente para não interpretar mudanças estruturais apenas como flutuações cíclicas.
Apesar do cenário de emprego favorável, a mensagem sobre a política monetária permanece austera. Schmid reforçou que o trabalho de levar a inflação à meta ainda não terminou. O compromisso do Fed permanece ancorado na estabilidade de preços e no máximo emprego.
As declarações sugerem que o Fed manterá uma postura vigilante, sem pressa para declarar vitória sobre a alta de preços, equilibrando o custo dos juros com a saúde do mercado de trabalho.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Cidadania italiana vai a julgamento hoje: o que muda para 70 milhões de descendentes no Brasil
2
Raízen: quem ganha e quem perde com a crise da companhia?
3
Bancos pedem urgência em recurso que pode mudar destino da recuperação da Ambipar
4
Relatório aponta distorções bilionárias e crise de liquidez na Patria Investimentos; Fundo nega
5
Indústria farmacêutica deve crescer mais de 10% ao ano no Brasil até 2026 com inovação e políticas públicas