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Primeiro-ministro britânico se diz “furioso” após veto a indicado ligado a Epstein em Washington
Publicado 17/04/2026 • 15:38 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 17/04/2026 • 15:38 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
O primeiro-ministro britânico Keir Starmer
O pressionado primeiro-ministro britânico Keir Starmer afirmou nesta sexta-feira (17) que ficou “absolutamente furioso” por não ter sido informado de que Peter Mandelson, sua escolha para o posto de enviado a Washington, havia falhado na checagem de segurança.
Durante uma visita não relacionada a Paris, Starmer declarou que a situação foi “imperdoável” e “inaceitável”.
“Não me disseram que ele havia falhado na checagem de segurança. Nenhum ministro foi informado de que ele havia falhado… isso é completamente inaceitável”, afirmou.
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Starmer acrescentou estar “absolutamente furioso” com o episódio.
O escândalo, que já dura meses, envolve a decisão tomada por Starmer em 2024 de nomear o veterano trabalhista Peter Mandelson para o cargo, apesar de seus vínculos com o falecido criminoso sexual americano Jeffrey Epstein. Segundo a AFP, a controvérsia ameaça forçar a saída do líder britânico do poder.
Políticos da oposição reagiram com descrença às declarações de Keir Starmer de que não sabia que Peter Mandelson havia sido reprovado na verificação de segurança.
A líder do oposicionista Partido Conservador, Kemi Badenoch, classificou como “completamente absurdas” as alegações de que o primeiro-ministro desconhecia o caso.
Já o líder dos centristas Liberal Democratas, Ed Davey, afirmou que Starmer “deve sair” caso tenha enganado o Parlamento e mentido ao público britânico.
O gabinete de Starmer insistiu que o premiê só tomou conhecimento da situação nesta semana.
O secretário-chefe do primeiro-ministro, Darren Jones, declarou que “a recomendação era não nomear Peter Mandelson para o cargo” e que o Ministério das Relações Exteriores ignorou essa orientação.
Segundo Jones, nenhum ministro do governo foi informado sobre o resultado da avaliação de segurança.
Jones explicou que as verificações, conduzidas por um setor chamado U.K. Security Vetting, envolvem informações financeiras, pessoais, sexuais, religiosas e outros antecedentes.
Por isso, acrescentou, esses dados são mantidos de forma extremamente privada em um portal acessível apenas a um grupo restrito de pessoas.
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