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Roma introduz taxa de entrada para a Fontana di Trevi; entenda o motivo
Publicado 20/12/2025 • 10:57 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 20/12/2025 • 10:57 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
Filippo Monteforte / AFP
Turistas passeiam pela Fontana di Trevi, no centro de Roma, nesta sexta-feira (19)
Turistas que visitarem Roma no próximo ano terão que abrir a carteira se quiserem ver a famosa Fontana di Trevi de perto. O prefeito da capital italiana, Roberto Gualtieri, anunciou que, a partir do início de fevereiro, será implementado um ingresso pago para seis pontos turísticos da cidade, incluindo a fonte monumental. Para os moradores de Roma, a visita continuará sendo gratuita, enquanto turistas estrangeiros deverão pagar dois euros (R$ 12,94).
Pelo plano anunciado, a visualização do monumento à distância permanecerá franca. No entanto, quem quiser admirar a obra do século XVIII de perto precisará do bilhete. A Fontana di Trevi é uma das atrações mais visitadas de Roma e serviu de cenário para a icônica cena do filme “La Dolce Vita”, de Federico Fellini, na qual a atriz Anita Ekberg banha-se em suas águas. A aglomeração ao redor da construção barroca é frequentemente tão intensa que se torna difícil até mesmo vislumbrar o monumento.
De acordo com Gualtieri, nove milhões de turistas visitaram a área diretamente em frente à fonte entre janeiro e o início de dezembro deste ano — uma média de 30 mil pessoas por dia. Estimativas da administração municipal indicam que a venda de ingressos para o acesso ao local pode arrecadar 6,5 milhões de euros por ano (cerca de R$ 41,9 milhões, na cotação atual).
A medida reflete um problema enfrentado por destinos em todo o mundo: o “overtourism” (excesso de turismo). Em 2024, Veneza introduziu, em caráter experimental, uma taxa de entrada para visitantes que não pernoitam na cidade em dias de grande movimento, visando controlar as multidões.
Nas Ilhas Canárias e nas Baleares, na Espanha, também têm ocorrido protestos recorrentes contra as consequências do turismo de massa.
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