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Taiwan diz não ter sido avisada sobre pausa dos EUA em acordo de armas
Publicado 22/05/2026 • 10:36 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 22/05/2026 • 10:36 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Bandeira de Taiwan tremulando em mastro
leannk/Unsplash
Taiwan afirmou nesta sexta-feira (22) que não foi notificada sobre qualquer pausa em uma venda planejada de armas dos Estados Unidos à ilha, estimada em US$ 14 bilhões.
A declaração foi feita após o secretário interino da Marinha dos EUA, Hung Cao, dizer a um subcomitê do Senado americano que algumas vendas militares ao exterior estavam sendo adiadas para garantir munição suficiente às Forças Armadas dos EUA durante a guerra com o Irã.
“Agora estamos fazendo uma pausa para garantir que temos as munições de que precisamos para a ‘Epic Fury’”, disse Cao ao Subcomitê de Defesa da Comissão de Apropriações do Senado dos EUA, em referência ao nome dado pelo governo Donald Trump à operação no Irã.
“Depois, as vendas militares ao exterior continuarão quando a administração considerar necessário”, acrescentou.
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Taiwan diz não ter recebido aviso
A porta-voz da presidência de Taiwan, Karen Kuo, afirmou que autoridades da ilha viram as reportagens sobre o tema, mas não receberam comunicação formal de Washington.
“No momento, não há informações sobre quaisquer ajustes que os EUA farão nessa venda de armas”, disse Kuo, ao comentar as declarações de Cao.
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Siga o Times | CNBCO episódio ocorre dias depois de Trump levantar dúvidas sobre a continuidade das vendas de armas a Taiwan.
China reivindica Taiwan como parte de seu território
A China considera Taiwan uma província rebelde e defende que a ilha seja colocada sob seu controle, inclusive pela força, se necessário.
Assim como outros países que mantêm relações diplomáticas formais com Pequim, os Estados Unidos não reconhecem Taiwan como país. Ainda assim, Washington continua sendo o principal apoiador internacional e fornecedor de armas da ilha.
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O governo Trump autorizou em dezembro um pacote de armas de US$ 11 bilhões para Taipé, mas a venda ainda não avançou.
Em janeiro, legisladores americanos também aprovaram uma venda separada de US$ 14 bilhões a Taiwan. O acordo, porém, ainda depende de envio formal por Trump ao Congresso dos Estados Unidos para poder prosseguir.
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