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Trump ameaça excluir Exxon do petróleo da Venezuela; ‘Estão sendo espertinhos demais’
Publicado 12/01/2026 • 07:36 | Atualizado há 23 minutos
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Publicado 12/01/2026 • 07:36 | Atualizado há 23 minutos
KEY POINTS
Trump ameaça excluir Exxon do petróleo da Venezuela
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou deixar a Exxon Mobil fora de uma eventual retomada de investimentos no setor de petróleo da Venezuela, afirmando que não gostou da postura adotada pela companhia diante de seus apelos para que empresas americanas retornem rapidamente ao país sul-americano.
“Eu não gostei da resposta da Exxon. Temos muitas empresas interessadas. Eu provavelmente ficaria inclinado a deixar a Exxon de fora”, disse Trump a jornalistas a bordo do Air Force One, no domingo. “Eles estão sendo espertinhos demais”, acrescentou.
As declarações tiveram impacto imediato no mercado. As ações da Exxon recuavam cerca de 1% no pré-mercado desta segunda-feira (12).
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A fala de Trump ocorre poucos dias depois de o CEO da Exxon, Darren Woods, afirmar em uma reunião na Casa Branca que o mercado de petróleo da Venezuela é “inviável para investimentos” nas condições atuais.
Segundo Woods, a companhia só consideraria retornar ao país se houvesse mudanças relevantes nos marcos comerciais, no sistema jurídico e na legislação de hidrocarbonetos, além de garantias consideradas duradouras para investidores estrangeiros.
A Exxon teve ativos confiscados pelo governo venezuelano em 2007, assim como a ConocoPhillips, e ainda possui reivindicações bilionárias decorrentes de processos de arbitragem internacional.
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Apesar das ressalvas das empresas, Trump vem defendendo que companhias americanas invistam ao menos US$ 100 bilhões no setor de energia da Venezuela, prometendo apoio do governo dos Estados Unidos, inclusive com garantias de segurança.
Questionado sobre quais seriam essas garantias, o presidente não deu detalhes. “Nós vamos oferecer garantias. Eles tiveram problemas no passado porque não tinham Trump como presidente”, afirmou.
Executivos do setor reconhecem que a Venezuela, que possui as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo, representa uma oportunidade relevante. Ainda assim, há cautela quanto à velocidade e às condições de um eventual retorno.
Atualmente, a Chevron é a única grande petroleira americana que mantém operações ativas na Venezuela, em meio a um ambiente ainda marcado por incertezas regulatórias, políticas e jurídicas.
O debate sobre o futuro do setor energético venezuelano ganhou força após a recente ofensiva dos Estados Unidos que resultou na deposição do ex-presidente Nicolás Maduro, ampliando as expectativas sobre uma reabertura do mercado ao capital estrangeiro.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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