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Trump cita Pearl Harbor diante da premiê do Japão ao justificar segredo sobre ataque ao Irã
Publicado 20/03/2026 • 14:54 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 20/03/2026 • 14:54 | Atualizado há 2 horas
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Wikimedia Commons
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez referência ao ataque a Pearl Harbor durante encontro nesta quinta-feira (19) na Casa Branca com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, ao justificar por que Washington não avisou aliados antes dos ataques contra o Irã.
Questionado por um repórter japonês sobre a decisão de não informar países como o Japão antes da operação, Trump afirmou que a escolha foi deliberada. “Queríamos manter o fator surpresa”, disse.
Na sequência, o presidente fez uma comparação com o ataque japonês aos Estados Unidos em 1941. “Quem entende mais disso? Por que vocês não me avisaram sobre Pearl Harbor? Vocês acreditam muito mais em surpresa do que eu”, afirmou.
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A declaração gerou um momento de desconforto. Takaichi respirou fundo e se recostou na cadeira, demonstrando reação contida diante da fala do presidente.
Trump acrescentou que o elemento surpresa teve impacto nos primeiros dias da ofensiva contra o Irã. Segundo ele, a estratégia “eliminou 50% do que prevíamos” em apenas dois dias.
Durante o encontro, o presidente também elogiou o Japão por “fazer mais” para ajudar a garantir a segurança no Estreito de Ormuz, em contraste com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).
Antes da reunião, Japão, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Holanda divulgaram uma declaração conjunta afirmando estar prontos para “contribuir com esforços adequados para garantir a passagem segura pelo Estreito”.
Leia também: Trump e premiê do Japão discutem comércio e compra de equipamentos militares
Apesar disso, Takaichi afirmou que não há planos para o envio de embarcações militares ao Oriente Médio. O gabinete da premiê também disse que não houve um pedido específico dos Estados Unidos nesse sentido.
A líder japonesa indicou ainda que o governo avalia quais medidas podem ser adotadas dentro dos limites da legislação do país. As Forças de Autodefesa do Japão são regidas por uma Constituição pacifista, que restringe o uso da força em conflitos internacionais.
Trump também voltou a criticar aliados da Otan, afirmando que a decisão de não participar do conflito é “um erro muito grave”.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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