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Trump diz não temer ataque terrorista nos EUA em retaliação do Irã
Publicado 11/03/2026 • 22:29 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 11/03/2026 • 22:29 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (11) que não está preocupado com a possibilidade de o Irã realizar um ataque terrorista em território americano como retaliação à guerra travada pelos EUA e por Israel contra o país.
“Não, eu não estou”, respondeu Trump a um repórter do lado de fora da Casa Branca, ao ser questionado se temia um possível atentado dentro dos Estados Unidos.
O presidente também destacou avanços militares na guerra contra o Irã, que chegou ao 11º dia, antes de embarcar para uma viagem aos estados de Kentucky e Ohio. “Neste momento, eles perderam a Marinha, perderam a Força Aérea. Eles não têm nenhum sistema antiaéreo”, afirmou Trump. “Seus líderes desapareceram, e poderíamos fazer muito pior.”
Trump disse ainda que os militares americanos estão “deixando certas coisas” no Irã, que poderiam ser destruídas até a tarde, se necessário, acrescentando que “eles literalmente nunca seriam capazes de reconstruir aquele país”.
O presidente afirmou que as forças armadas dos EUA destruíram cerca de 16 embarcações iranianas usadas para lançar minas marítimas.
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Questionado se o Irã havia minado o Estreito de Hormuz, considerado o ponto mais sensível do mundo para o transporte global de petróleo, Trump respondeu que não acredita nessa possibilidade. “Nós não achamos que isso tenha acontecido”, disse.
Em reportagem publicada na terça-feira, a CNN, citando duas pessoas familiarizadas com relatórios de inteligência dos EUA, afirmou que o Irã teria começado a instalar minas na região, embora apenas algumas dezenas tenham sido posicionadas nos últimos dias.
Trump, referindo-se aos CEOs das grandes companhias de petróleo, disse que eles deveriam enviar navios petroleiros pelo estreito, que permanece praticamente fechado devido ao conflito.
Estreito de Hormuz e tensões internacionais
Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã alertou na segunda-feira que navios petroleiros que atravessarem o estreito “devem ter muito cuidado”.
O Estreito de Hormuz, localizado ao sul do Irã, conecta o Golfo Pérsico ao Mar da Arábia e é considerado uma das rotas marítimas mais estratégicas para o comércio global de petróleo.
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A seguradora Chubb informou nesta quarta-feira que atuará como principal subscritora de um programa liderado pelo governo dos Estados Unidos para oferecer seguro a navios que atravessem o estreito.
Trump também minimizou questionamentos sobre uma reportagem do The New York Times, que afirmou que um vídeo recém-divulgado reforça evidências de que um míssil americano pode ter atingido uma escola primária iraniana, onde 175 pessoas – muitas delas crianças – teriam sido mortas.
“Eu não sei sobre isso”, disse Trump, referindo-se à conclusão que reforça outras análises segundo as quais o ataque de 28 de fevereiro contra a escola primária Shajarah Tayyebeh teria sido realizado pelos militares dos EUA.
O presidente voltou ainda a criticar a liderança da Espanha por não apoiar o esforço militar americano.
“Podemos cortar o comércio com a Espanha”, afirmou Trump, conhecido por usar tarifas e outras medidas comerciais retaliatórias como instrumento de pressão diplomática.
O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, irritou Trump ao impedir que os militares dos EUA utilizassem duas bases em Andaluzia para lançar ataques contra o Irã.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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