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Trump processa JPMorgan Chase e o CEO Jamie Dimon; entenda por que

Publicado 22/01/2026 • 17:00 | Atualizado há 3 meses

AFP

KEY POINTS

  • Presidente norte-americano alega ter sido desligado da instituição após a invasão ao Capitólio em 6 de janeiro, ocorrida depois que Trump se recusou a admitir a derrota na eleição presidencial de 2020 para Joe Biden.
  • Trump foi notificado em 19 de fevereiro que o JPMorgan estava fechando diversas contas, o que resultou em "danos financeiros consideráveis", de acordo com a denúncia.
  • O JPMorgan declarou que irá contestar o litígio, acrescentando que "não fecha contas por motivos políticos ou religiosos", segundo um comunicado.

O presidente dos EUA, Donald Trump, processou o JPMorgan Chase e seu CEO, Jamie Dimon, nesta quinta-feira (22), alegando ter sido alvo de uma “desbancarização” (debanked) indevida por motivações políticas, de acordo com uma ação cível.

Trump busca pelo menos US$ 5 bilhões (R$ 26,5 bilhões) em indenizações no processo protocolado em um tribunal estadual da Flórida.

A queixa foca nos movimentos do maior banco do país para cortar laços após a invasão ao Capitólio em 6 de janeiro, ocorrida depois que Trump se recusou a admitir a derrota na eleição presidencial de 2020 para Joe Biden.

O JPMorgan afirmou que o caso “não tem mérito”, mas defendeu uma reforma regulatória para “evitar a instrumentalização do setor bancário”.

Trump foi notificado em 19 de fevereiro que o JPMorgan estava fechando diversas contas, o que resultou em “danos financeiros consideráveis”, de acordo com a denúncia.

Trump e suas empresas foram prejudicados “não apenas pela interrupção do acesso aos serviços bancários do JPMC, mas também pelo impacto devastador na capacidade do autor de realizar transações e acessar seus fundos, e por ter que fechar acordos comerciais menos favoráveis com outras instituições financeiras”, diz o documento.

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“Os autores estão confiantes de que a decisão unilateral do JPMC foi fruto de motivações políticas e sociais, e das crenças ‘woke’ infundadas do JPMC de que precisava se distanciar do presidente Donald Trump e de suas visões políticas conservadoras.”

O JPMorgan declarou que irá contestar o litígio, acrescentando que “não fecha contas por motivos políticos ou religiosos”, segundo um comunicado.

“Fechamos contas quando elas criam riscos jurídicos ou regulatórios para a empresa. Lamentamos ter que fazê-lo, mas muitas vezes as regras e expectativas regulatórias nos levam a isso”, afirmou o banco, reiterando ser a favor de uma reforma para “evitar a instrumentalização (weaponization) do setor bancário”.

“Embora lamentemos que o presidente Trump tenha nos processado, acreditamos que a ação não tem mérito”, acrescentou o banco. “Respeitamos o direito do presidente de nos processar e o nosso direito de nos defendermos — é para isso que servem os tribunais.”

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