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Wall Street encerra semana em queda livre com dados de emprego e disparada do petróleo
Publicado 06/03/2026 • 18:23 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 06/03/2026 • 18:23 | Atualizado há 2 meses
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Unsplash
Bandeira norte-americana em Wall Street, Nova York
O mercado acionário de Nova York fechou o pregão desta sexta-feira (6) com perdas acentuadas, consolidando uma semana negativa para os principais índices.
O Dow Jones recuou 0,95%, encerrando aos 47.501,55 pontos, enquanto o S&P 500 caiu 1,33% e o Nasdaq, com forte peso tecnológico, desvalorizou 1,59%. No acumulado da semana, as baixas foram de 3,01%, 2,02% e 1,24%, respectivamente, refletindo um cenário de alta aversão ao risco.
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O principal gatilho para a liquidação de ativos foi a divulgação do Payroll de fevereiro, que trouxe dados alarmantes sobre o mercado de trabalho norte-americano. Em vez da criação de 50 mil vagas esperada por economistas, os Estados Unidos registraram o fechamento inesperado de 92 mil postos de trabalho.
O resultado, somado à revisão negativa dos números de janeiro e à subida da taxa de desemprego para 4,4%, acendeu o alerta para uma possível recessão em um momento de pressão nos custos de energia.
A crise no Oriente Médio atingiu um novo patamar de gravidade nesta sexta-feira, levando o petróleo WTI a romper a barreira dos US$ 90 por barril, com uma valorização semanal de 35% — a maior desde o início das negociações de contratos futuros em 1983.
O movimento foi impulsionado por declarações do presidente Donald Trump, que afirmou não aceitar qualquer termo de paz com o Irã que não envolva uma “rendição incondicional”, além de anunciar que gigantes da defesa ampliarão a produção de armamentos.
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