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Wall Street fecha em queda com receio de desaceleração nos EUA
Publicado 05/09/2025 • 18:41 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 05/09/2025 • 18:41 | Atualizado há 8 meses
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Unsplash
Bandeira norte-americana em Wall Street, Nova York
As bolsas de Nova York fecharam em queda nesta sexta-feira (5). A criação de empregos abaixo do esperado em agosto reforçou as apostas de cortes de juros pelo Federal Reserve ainda neste ano, mas os temores de desaceleração da economia com o esfriamento do mercado de trabalho limitaram o apetite por risco.
O Dow Jones caiu 0,48%, aos 45.400,86 pontos (-0,31% na semana). O S&P 500 recuou 0,32%, para 6.481,50 pontos (+0,32% na semana). Já o Nasdaq cedeu 0,03%, a 21.700,39 pontos (+1,14% na semana).
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As bolsas de Nova York abriram em alta modesta nesta sexta-feira (5), mas perderam força e fecharam em queda, à medida que investidores digeriam os dados econômicos da manhã. O presidente do Fed de Chicago, Austan Goolsbee, alertou que o aumento de preços combinado à menor criação de empregos “está nos empurrando em uma direção estagflacionária”.
O setor financeiro liderou as perdas no S&P 500, com recuo de 1,84%. Morgan Stanley caiu 1,59%, Citi recuou 1,70%, JPMorgan perdeu 3,11% e Goldman Sachs teve baixa de 1,43%.
O ING passou a considerar possível um corte de 50 pontos-base pelo Federal Reserve já em setembro, embora mantenha como cenário-base reduções de 25 pontos-base em setembro, outubro e dezembro. No fim do dia, o mercado atribuía 100% de chance ao início da flexibilização monetária no próximo mês, segundo ferramenta do CME Group.
O setor de energia também pesou (-2,05%) em meio à queda do petróleo. Chevron recuou 2,56% e ExxonMobil, 2,80%.
A Kenvue despencou 9,18% após reportagem do Wall Street Journal revelar que o secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy Jr., divulgará um relatório ligando o uso do Tylenol na gravidez a casos de autismo.
Na ponta positiva, a Broadcom saltou quase 10% após divulgar, na véspera, resultados do terceiro trimestre fiscal acima das expectativas.
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