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Luiza Souza: Cannes reforça glamour clássico e transforma beleza em protagonista do tapete vermelho
Publicado 21/05/2026 • 13:44 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 21/05/2026 • 13:44 | Atualizado há 1 hora
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O Festival de Cannes deixou de ser apenas uma vitrine de cinema e se consolidou como uma poderosa plataforma global de beleza, luxo e lifestyle, avalia Luiza Souza, notável do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Segundo ela, a edição de 2026 reforçou o protagonismo das marcas no tapete vermelho e destacou o retorno de referências clássicas de glamour entre celebridades e influenciadoras brasileiras.
Ela trouxe o assunto durante sua participação no quadro Beleza S.A. desta quinta-feira (21), durante o Real Time, jornal do Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. “Cannes hoje é cada vez mais uma vitrine de lifestyle, luxo e beleza”, afirmou Luiza ao comentar a presença de nomes brasileiros como Sílvia Braz, Maria Braz, Adriana Lima, Isabel Goulart, Tássia Naves e Thaila Ayala no festival francês.
Segundo ela, as marcas passaram a utilizar o evento como uma estratégia integrada de comunicação entre moda, beleza e posicionamento de luxo. “Existe uma grande triangulação entre beleza, moda e marcas dentro de Cannes”, destacou ao explicar a presença de influenciadoras convidadas por empresas como Campari e Chopard.
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Na avaliação da comentarista, Cannes mantém uma identidade visual mais clássica e sofisticada do que outros grandes eventos internacionais. “É um festival que não vai para fashionismos. Ele vai mais para tradição e glamour clássico”, observou.
O principal destaque de beleza deste ano foi o retorno de penteados mais sofisticados, maquiagem elegante e referências ao chamado “Old Hollywood”, afirmou Luiza Souza. Segundo ela, o festival marcou uma ruptura com a estética mais despojada dos últimos anos.
“A gente vinha de anos desse messy girl, desse cabelo mais despojado, e agora eu vi justamente o contrário: o retorno do clássico e do glamour”, ressaltou.
Luiza destacou penteados estruturados e coques mais polidos como elementos centrais do tapete vermelho de 2026. “Vi muitos cabelos esculturais e penteados extremamente clássicos”, afirmou ao comentar o visual de Maria Braz, produzido pelo hairstylist brasileiro Leone.
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Segundo ela, o trabalho chamou atenção pelo aspecto artístico e pelas referências ao cinema clássico americano. “Ela trouxe muito esse Old Hollywood, com ondas super marcadas e um trabalho quase escultórico no cabelo”, observou.
O festival também voltou a funcionar como palco global para tendências de procedimentos estéticos e transformações faciais, afirmou Luiza Souza, ao comentar a repercussão envolvendo Isabel Goulart nas redes sociais. “Cannes acaba sendo uma grande vitrine para as pessoas observarem novidades de procedimentos estéticos”, destacou.
Segundo ela, a repercussão em torno das mudanças no rosto da modelo dominou parte das conversas digitais durante o festival. “Goste ou não, ela aproveitou esse momento para apresentar um novo olhar”, observou ao comentar a reação do público nas redes sociais.
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Luiza afirmou ainda que o impacto visual de Cannes rapidamente influencia campanhas, tendências comerciais e decisões das próprias marcas de beleza. “Várias tendências que aparecem em Cannes acabam sendo incorporadas depois pelas marcas e pelo mercado”, ressaltou.
Luiza Souza também destacou a relevância da Givaudan, uma das maiores casas de perfumaria do mundo, responsável pelo desenvolvimento de fragrâncias usadas por marcas globais de cosméticos, higiene e alimentos.
“É de lá que saem as fragrâncias utilizadas pelas grandes marcas globais”, afirmou ao explicar o funcionamento da empresa e o trabalho desenvolvido pelos perfumistas da companhia.
Durante entrevista exibida no programa, a historiadora de perfumes Eugénie Briot, da Givaudan, afirmou que as redes sociais transformaram profundamente o mercado da perfumaria. “As mídias sociais deram voz para muitas pessoas falarem sobre perfumes e fazerem essas criações brilharem”, destacou.
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Ao comentar o crescimento dos chamados “dupes”, fragrâncias inspiradas em perfumes famosos, Eugénie afirmou que o fenômeno ganhou escala inédita nos últimos anos. “Uma vez que você descobre o produto original, é difícil voltar ao dupe, porque o trabalho, os ingredientes e o resultado não são os mesmos”, concluiu.
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