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Caso Master: Polícia Federal ouve depoimentos decisivos em inquérito envolvendo o BRB
Publicado 25/01/2026 • 20:00 | Atualizado há 1 mês
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Publicado 25/01/2026 • 20:00 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
A Polícia Federal começa a ouvir, a partir desta segunda-feira (26), oito investigados no inquérito que apura supostas irregularidades na tentativa de compra do Banco Master pelo Banco de Brasília (BRB).
As oitivas ocorrerão na sede do Supremo Tribunal Federal (STF), de forma presencial e por videoconferência. O cronograma foi autorizado pelo ministro Dias Toffoli, relator do caso.
Leia também: ‘Cada passo’: Vorcaro diz que BC acompanhava diariamente o Master antes de decretar liquidação
Nesta segunda-feira (26), prestam depoimento quatro investigados ligados ao caso e ao BRB:
Na terça-feira (27), serão ouvidos:
O inquérito foi prorrogado por mais 60 dias no último dia 16. A investigação chegou ao STF em dezembro, após decisão de Toffoli que determinou a tramitação na Corte. Antes disso, o caso era conduzido pela Justiça Federal em Brasília.
Segundo a Polícia Federal, o Master teria emitido Certificados de Depósito Bancário (CDBs) com promessa de rendimentos de até 40% acima da taxa média de mercado.
Para os investigadores, os retornos oferecidos eram incompatíveis com a realidade financeira e o esquema pode ter movimentado cerca de R$ 12 bilhões.
A PF aponta indícios de participação de dirigentes do BRB nas operações investigadas. O acordo de compra do Master pelo banco público chegou a ser fechado em março, mas foi posteriormente barrado pelo Banco Central do Brasil.
O dono do Master, Daniel Vorcaro, foi preso em novembro do ano passado durante a Operação Compliance Zero, mas acabou solto dias depois por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região.
Na semana passada, a Polícia Federal deflagrou uma nova fase da operação para aprofundar a apuração de fraudes financeiras envolvendo o Master.
De acordo com os investigadores, o grupo suspeito teria explorado vulnerabilidades do mercado de capitais por meio de fundos de investimento, operações entre partes relacionadas e estruturas societárias complexas.
A PF aponta indícios de pelo menos cinco crimes:
As apurações identificaram ativos sem liquidez, preços artificialmente inflados, transações entre empresas ligadas ao Master e o uso de laranjas e sócios ocultos.
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