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Diretor do Fed rompe consenso e diz que juros deveriam cair já

Publicado 30/01/2026 • 12:55 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • Christopher Waller foi dissidente na reunião de janeiro do Fed e votou por um corte imediato de 25 pontos-base, afirmando que a política monetária segue restritiva demais para a economia dos EUA.
  • O dirigente alertou para fragilidade no mercado de trabalho, dizendo que os dados de emprego de 2025 devem ser revisados para baixo e que há risco de deterioração adicional em 2026.
  • Sobre a inflação, Waller afirmou que os efeitos das tarifas devem ser “ignorados” se as expectativas seguirem ancoradas, acrescentando que a taxa básica deveria estar mais próxima do nível neutro de 3%.
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Ajay Suresh / Wikimedia Commons

Federal Reserve em Chicago, EUA

O diretor do Federal Reserve (Fed), Christopher Waller, afirmou que votou a favor de um corte de 25 pontos-base na taxa de juros na reunião de janeiro do banco central dos Estados Unidos, por avaliar que a política monetária ainda impõe restrições relevantes à atividade econômica. Em comunicado divulgado nesta sexta-feira, ele disse que os indicadores “deixam claro” que é necessário avançar no ciclo de afrouxamento, mesmo após três reduções promovidas no ano passado.

Segundo Waller, embora a economia americana continue exibindo crescimento sólido, o mercado de trabalho mostra sinais de enfraquecimento desde meados de 2025. Para ele, a elevação da taxa de desemprego e a desaceleração na criação de vagas reforçam a necessidade de estímulos adicionais.

“Os ganhos de empregos em 2025 foram muito fracos. Os dados do ano passado provavelmente serão revisados para baixo, mostrando que praticamente não houve crescimento no emprego formal”, escreveu. Na avaliação do dirigente, o mercado de trabalho está longe de uma condição saudável, com empresas relutantes tanto em demitir quanto em contratar.

Waller também alertou para sinais de cautela por parte dos empregadores em relação ao futuro. Segundo ele, há planos de cortes de pessoal para 2026, o que pode indicar incertezas relevantes sobre a trajetória da economia e elevar o risco de uma deterioração mais acentuada no emprego.

No campo da inflação, o diretor defendeu que os impactos decorrentes das tarifas comerciais não devem, por si só, impedir cortes adicionais de juros, desde que as expectativas inflacionárias permaneçam ancoradas. Ele observou que, excluídos esses efeitos, a inflação se aproxima da meta de 2% perseguida pelo Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC).

Para Waller, a taxa básica atualmente segue acima do nível neutro estimado pelos próprios dirigentes do Fed, situado em torno de 3%. “Estamos entre 50 e 75 pontos-base acima desse patamar”, afirmou, acrescentando que uma redução adicional ajudaria a alinhar a política monetária às condições econômicas.

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