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Trump critica show de Bad Bunny no Super Bowl e fala em “afronta à grandeza da América”
Publicado 09/02/2026 • 09:09 | Atualizado há 2 meses
Publicado 09/02/2026 • 09:09 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Primeiro artista latino a liderar um show de intervalo do Super Bowl, Bad Bunny foi alvo de críticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que classificou a apresentação exibida no domingo (8) como uma “afronta à grandeza da América”.
Em uma postagem publicada após o evento, Trump classificou a apresentação como “absolutamente terrível” e afirmou que o espetáculo “não representa os padrões de sucesso, criatividade ou excelência” que, segundo ele, simbolizam os EUA.
“O Super Bowl Halftime Show [show do intervalo] é absolutamente terrível, um dos piores de todos os tempos”, escreveu o presidente.
Leia também: Super Bowl LX: Por que Bad Bunny não recebeu cachê?
Para Trump, a apresentação “não faz sentido”, é “um insulto à grandeza da América” e “um tapa na cara do nosso país”. Apresentado totalmente em espanhol, Trump disse que “ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo” e classificou as coreografias como “repugnantes, especialmente para crianças”.
Na mesma publicação, Trump afirmou que o show não tem “nada de inspirador” e atacou a imprensa, dizendo que a apresentação receberia elogios da “Fake News Media”, que, segundo ele, “não faz ideia do que está acontecendo no mundo real”.
Leia também: Super Bowl 2026: o espetáculo global que vai além do futebol americano
O presidente também aproveitou a postagem para criticar a NFL e pedir a substituição imediata da nova regra de kickoff adotada pela liga.
Trump não acompanhou a partida, disputada neste ano em Santa Clara, na Califórnia. O Seattle Seahawks venceu o New England Patriots por 29 a 13 e ficou com o troféu. Antes do início do jogo, o presidente havia divulgado uma mensagem oficial desejando sorte às duas equipes.

A apresentação de Bad Bunny destacou referências à cultura porto-riquenha, com elementos visuais como chapéus pava e cenas que remetiam ao cotidiano da ilha, além de um grande grupo de dançarinos no campo.
O cantor abriu o espetáculo com Tití Me Preguntó e seguiu com sucessos como Yo Perreo Sola. No encerramento, os dançarinos exibiram bandeiras de países do continente americano enquanto Bad Bunny citava nominalmente as nações representadas. Em um dos momentos finais, uma mensagem no telão dizia: “juntos, somos a América”.
O show contou ainda com uma festa de casamento real, com direito a bolo de vários andares e convidados. Os noivos, vestidos de branco e sem nomes divulgados, haviam convidado Bad Bunny para o casamento, mas ele sugeriu que participassem do show do intervalo.
O artista atuou como testemunha e assinou a certidão. Em seguida, Lady Gaga e a banda porto-riquenha de salsa Los Sobrinos tocaram Die With a Smile. A apresentação contou ainda com participações de Cardi B, Karol G, Pedro Pascal e Ricky Martin.
Durante a apresentação, Bad Bunny exibiu no telão a frase: “A única coisa mais poderosa que o ódio é o amor” (The only thing more powerful than hate is love).
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