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Aegea afirma que irregularidades citadas em delações são anteriores a 2018

Publicado 13/02/2026 • 13:10 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • Aegea afirma que irregularidades são anteriores a 2018
  • Aegea firmou acordo de leniência de R$ 439 milhões com o MPF
  • Aegea diz que termo não impede novos contratos públicos
Aegea

Aegea Saneamento

Aegea Divulgação/Aegea Saneamento

A Aegea Saneamento divulgou nota à imprensa para esclarecer os fatos citados em delações premiadas homologadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que apontam pagamento de propinas para obtenção ou manutenção de concessões de água e esgoto em seis estados e 20 municípios.

Os relatos mencionaram repasses que teriam somado ao menos R$ 63 milhões entre 2010 e 2018. Os anexos dos acordos seguem sob sigilo. A empresa firmou acordo de leniência com o Ministério Público Federal (MPF) e aceitou pagar R$ 439 milhões à União.

Em nota, a Aegea reforçou que os fatos dizem respeito a circunstâncias anteriores a 2018.

Leia também: Presidente do conselho da Copasa renuncia após ser citado em delações sobre esquema de propina na Aegea

Aegea diz que temas de integridade foram encerrados

“A Aegea reforça que encerrou de forma definitiva os temas de integridade relacionados a circunstâncias anteriores a 2018, apuradas em investigações internas e independentes e compartilhadas voluntariamente com o MPF”, afirmou a companhia.

A empresa acrescentou que, desde então, promoveu revisão de seus mecanismos de governança e controles internos.

“A partir de então, a companhia promoveu uma revisão ampla e estruturante de seus mecanismos de governança corporativa e controles internos”, informou.

A Aegea destacou que foi a primeira empresa do setor a obter, em 2018, a certificação ISO 37001 de Gestão Antissuborno, renovada periodicamente.

Leia também: Esquema de propina teria bancado avanço da Aegea em concessões de água e esgoto

Acordo não afeta concessões

A companhia de saneamento também declarou que o termo firmado com o MPF não produz efeitos sobre suas concessionárias nem impede a celebração de novos contratos públicos.

“Adicionalmente, o Termo de Acordo não produz efeitos sobre a Companhia e suas concessionárias e tampouco impede a celebração de novos contratos com entidades públicas”, informou a Aegea.

Segundo a empresa, os impactos financeiros do acordo já estavam refletidos nas demonstrações financeiras desde 2021, quando foi retirada a ressalva dos auditores relacionada às investigações.

Contexto das delações e repercussão

As delações homologadas pelo STJ indicam que executivos e colaboradores teriam autorizado pagamentos ilícitos para viabilizar concessões. Os relatos citam repasses em dinheiro, contratos fictícios e influência sobre agentes públicos e órgãos de controle em estados como Santa Catarina, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul.

O caso também levou à renúncia de Hamilton Amadeo à presidência do conselho de administração da Copasa. Ele foi citado nas investigações e nega irregularidades.

A Aegea afirmou que procurou as autoridades em 2020 e colaborou voluntariamente com as investigações. A companhia reforçou que seu programa de integridade está estruturado sobre pilares de prevenção, detecção, monitoramento e controle, com Código de Ética, políticas corporativas e Canal de Ética independente.

Os acordos seguem sob sigilo, e os desdobramentos cíveis e criminais permanecem em análise no Judiciário.

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