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Frente Parlamentar da Agropecuária classifica invasão na Cargill como ataque ao Estado de Direito

Publicado 22/02/2026 • 14:39 | Atualizado há 3 horas

KEY POINTS

  • A Frente Parlamentar da Agropecuária classificou como “ato ilegal” a invasão do terminal da Cargill no Porto de Santarém e afirmou que a ocupação é incompatível com o Estado Democrático de Direito.
  • O protesto ocorre após 30 dias de bloqueio ao acesso de veículos ao porto por grupos indígenas das regiões do Tapajós.
  • A Justiça Federal de Santarém negou analisar recurso da Cargill para desocupação imediata do terminal, enquanto a empresa pede medidas coercitivas para retirar os manifestantes.
Centro de distribuição Cargill

Reprodução / Instagram Cargill

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) afirmou em nota, neste domingo (22), que a invasão no terminal portuário da Cargill no Porto de Santarém, no Pará, é “um ato ilegal e incompatível com o Estado Democrático de Direito”.

“A ocupação forçada de instalações privadas extrapola qualquer forma legítima de manifestação e configura prática inadmissível, sobretudo quando busca impor paralisação coercitiva de atividades essenciais”, disse a frente, em texto assinado pelo presidente da bancada, deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR).

Na nota, a FPA alega que o ordenamento jurídico brasileiro garante o direito de manifestação, mas não autoriza a invasão de propriedade privada. “Nem a interrupção forçada do funcionamento de empresas. A estabilidade das relações institucionais, a segurança jurídica e a proteção da propriedade são pressupostos indispensáveis à convivência democrática”, justifica.

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A manifestação ocorre após grupos indígenas invadiram o terminal da Cargill na madrugada de sábado (21), após 30 dias de bloqueio ao acesso de veículos ao Porto de Santarém. No mesmo dia, a Justiça Federal – Subseção Judiciária de Santarém (PA) negou analisar recurso apresentado pela companhia para desocupar o escritório da empresa no complexo portuário da cidade, em meio a protestos de indígenas da região do Tapajós.

A multinacional entrou com um pedido para aplicação de medidas coercitivas para retirar o grupo do interior do terminal portuário.

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Amanda Souza

Jornalista formada pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em economia no Insper. Tem passagem pela Climatempo, CNN Brasil, PicPay e Revista Oeste. É redatora de finanças no Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Eleita uma das 50 jornalistas +Admiradas da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças de 2024.

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