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Dólar fecha em R$ 5,12 com quinta queda consecutiva; menor valor desde maio de 2024
Publicado 25/02/2026 • 17:23 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 25/02/2026 • 17:23 | Atualizado há 2 meses
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O dólar renovou mais um dia de queda, pela quinta vez consecutiva, ao fechar em baixa de 0,60%, cotado a R$ 5,1252. A moeda norte-americana oscilou entre R$ 5,1191 e R$ 5,1672 durante o dia.
Foi o menor valor do dólar desde o fechamento de 21 maio de 2024.
Novamente o dólar foi afetado pela entrada de capital estrangeiro na bolsa brasileira. Segundo dados da B3, o fluxo gringo já acumula R$ 12,2 bilhões em fevereiro e R$ 38,5 na bolsa em 2026.
Instituições como JP Morgan já estimam que US$ 11 bilhões podem entrar na bolsa ainda neste ano, o que pressionaria o dólar. Pelas projeções do último Boletim Focus, do Banco Central, a moeda norte-americana deve fechar 2026 cotada a R$ 5,45.
Diego Hernandez, economista e sócio fundador da Ativo Investimentos, comenta que o dólar até chegou a ensaiar uma alta no início do dia, mas convergiu para confirmar a tendência de queda presente desde o começo de 2025.
“Acreditamos que enquanto o diferencial de juros entre Brasil e EUA continue discrepante e o ambiente institucional americano continue instável, esse fluxo virá e vai levar o dólar a patamares mais baixos”, afirma o economista.
Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, destaca que a queda do dólar na sessão de hoje reflete principalmente a melhora do ambiente internacional, com maior apetite por risco evidenciado pela alta dos principais índices globais de ações.
“O contexto para o Brasil permanece positivo, apesar de o Ibovespa ter apresentado leve correção, o panorama favorável ao real é reforçado pelo ingresso de recursos estrangeiros no mercado brasileiro, que já somam R$ 38 bilhões desde janeiro, atraídos pelo diferencial de juros e pela continuidade do movimento de rotação geográfica e setorial global”, afirma.
Shahini acrescenta que, no campo político, a percepção de maior equilíbrio na disputa eleitoral contribuiu para a redução dos prêmios de risco, sustentando o fluxo para ativos locais. “No cenário externo, o mercado também assimilou de forma positiva a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos relacionada às tarifas comerciais, movimento que favorece economias exportadoras e amplia a pressão baixista sobre o dólar”, pontua.
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