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Com efeito HALO, as ações perenes devem brilhar; veja 10 ativos brasileiros para investir
Publicado 26/02/2026 • 21:17 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 26/02/2026 • 21:17 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
O Santander Brasil divulgou na quarta-feira (25), um ranking com as 10 ações brasileiras consideradas mais alinhadas à estratégia HALO – uma abordagem que prioriza empresas com alta intensidade de ativos físicos e baixa obsolescência tecnológica, menos expostas ao impacto da inteligência artificial (High Assets, Low Obsolescence).
O estudo do Santander detalha que o conceito HALO parte da premissa de que empresas com grande base de ativos tangíveis, como infraestrutura física, concessões e operações industriais, tendem a ser menos impactadas por disrupções tecnológicas aceleradas, especialmente pelo avanço da IA generativa.
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O relatório foi elaborado pelos analistas do Santander Brasil, que avaliou companhias listadas na bolsa brasileira com base em critérios como intensidade de capital investido, ciclo de ativos, previsibilidade de fluxo de caixa e risco de substituição tecnológica. A estratégia busca identificar negócios com vantagem competitiva estrutural menos dependente de inovação digital constante.
Segundo o relatório, o banco descreve o movimento como uma possível rotação de portfólio diante do chamado “efeito halo” da inteligência artificial, em que investidores deixam de concentrar recursos em empresas altamente expostas à tecnologia, abrindo espaço para oportunidades em companhias consideradas mais “pé no chão”.
A lista inclui empresas de setores como energia, infraestrutura, utilities (utilidade pública) e indústria, segmentos caracterizados por ativos físicos relevantes, contratos de longo prazo e menor risco de obsolescência rápida. A tese sugere que, em um cenário de maior cautela com o ritmo de monetização da IA, essas companhias podem apresentar desempenho relativo superior.
Liderando a lista estão Axia Energia (ex-Eletrobras), a empresa de saneamento Copasa e a companhia de reciclagem de resíduos Orizon. O ranking inclui ainda a Vale, que atua com minério de ferro, e a Aura, mineradora de ouro.
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Segundo o relatório, o ranking HALO foi desenvolvido como uma tese de alocação voltada a empresas com alta intensidade de ativos e menor risco de obsolescência tecnológica, em um cenário de maior volatilidade no setor de tecnologia.
São empresas que não tendem a desaparecer, segundo o Santander. A queda de juros reais, que favorece a liquidez global e apetite ao risco também podem favorecer ações mais perenes. “Não é um êxodo das empresas de crescimento e sim uma recalibração de carteiras”, apontaram os analistas.
Confira as 10 ações perenes que se favorecem como o efeito HALO, segundo o Santander:
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