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Quer investir em dólar? Veja por que os BDRs podem ser uma alternativa
Publicado 05/03/2026 • 08:30 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 05/03/2026 • 08:30 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Investir em dólar ou em outras moedas do exterior é um grande interesse entre investidores que já possuem conhecimento local. Além da grande diferença nos valores das moedas, aplicar montantes fora do país pode ser mais complicado para quem não está acostumado com as volatilidades do mercado financeiro. Por isso, investimentos simplificados com o uso de ativos como BDRs auxiliam em uma maior facilidade para o investidor.
Para investidores brasileiros que buscam formas de exposição ao dólar sem precisar abrir conta no exterior, os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) têm se destacado como uma opção acessível e prática. O site Bora Investir, explica quais são os melhores caminhos para iniciar esse tipo de investimento global utilizando ativos do Brasil.
Leia também: Investir em Apple, Nvidia e Tesla direto do Brasil: veja como funcionam os BDRs
A Bolsa de Valores do Brasil destaca que os BDRs permitem ao investidor local ganhar exposição a ações de empresas estrangeiras, com base no desempenho dessas companhias no exterior, porém negociados diretamente no mercado brasileiro.
Esse mecanismo funciona como uma “ponte” entre o investidor e o mercado internacional, já que cada BDR representa uma ação de uma empresa estrangeira, possibilitando ganhar com a valorização dessas ações e, indiretamente, com a valorização do dólar, sem precisar transferir recursos para fora do país ou contratar plataformas de corretoras internacionais.
Ou seja, o ativo permite que o investidor aplique o montante desejado que já seria investido em contas internacionais, mas sem a necessidade da abertura de uma. Isso, além de facilitar o processo de investimento, garante que o investidor possa acompanhar as movimentações do mercado.
Um dos principais atrativos do uso de BDRs para operações no exterior é a conversão dos valores do dólar para o real. Isso porque, em investimentos tradicionais, o valor final sofria uma conversão parecida com compras, onde o valor sofre a cotação atual da moeda.
Como citado pelo Bora Investir, se uma ação da Apple (AAPL34) negociada na Nasdaq estiver cotada a US$ 200, ao considerar um câmbio hipotético de R$ 5,00, o valor equivalente chegaria a R$ 1.000 por papel, o que provavelmente já iria impedir a entrada de novos investidores.
Entretanto, no caso dos BDRs, a B3 adota o sistema de paridade, no qual cada aplicação pode representar uma fração da ação original, como 1/10 do ativo. Dessa forma, com um investimento aproximado de R$ 100 por BDR, já é possível para cotar investimentos em gigantes do mercado norte-americano, como Nvidia, Tesla, Google e Coca-Cola, entre outras companhias de alcance global.
Leia também: Alta do petróleo pode destravar bilhões em investimentos no Brasil, avalia Abespetro
Além da possibilidade de reduzir os valores na conversão do dólar, o uso do BDR também permite a isenção do IOF nas negociações, além de unificar todos os ativos na mesma corretora. Com isso, a redução do valor final de um possível investimento permite um maior fluxo de investimentos brasileiros no exterior, sem a necessidade de abertura de contas internacionais.
O segmento de ativos globais na B3 consolidou, ao longo da última década, um movimento consistente de expansão e maior acesso por parte dos investidores brasileiros.
Os dados mais recentes, referentes a janeiro de 2026, evidenciam esse amadurecimento do mercado: foram registrados 817 BDRs de ações listados na bolsa, com 951 mil investidores ativos no período e uma média diária de negociação (ADTV) de R$ 1,1 bilhão.
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